3º Programa Nacional de Direitos Humanos do governo federal ofende a liberdade religiosa

Direitos humanos
Direitos humanos para quem?

O 3º Programa Nacional de Direitos Humanos do Governo Federal, dentre os vários equívocos, também proíbe a ostentação de símbolos religiosos em locais públicos, erro mais grave de todos. A medida está no “Objetivo estratégico VI”, alínea c, página 100 do relatório.

Sou servidor da Justiça Federal. Onde trabalhamos havia um crucifixo na sala de audiência. O símbolo era importante para indicar que a Divindade deve estar acima dos anseios humanos e que ninguém deve ser julgado injustamente, assim como Jesus teria sido segundo os cristãos.

É um símbolo pertinente e adequado a finalidade do lugar. Assim como a estátua da deusa Thêmis, muito comum nos fóruns de justiça. Ela símbolo da Justiça e de seus objetivos. Sua presença nos lugares públicos nunca ofendeu ninguém. E nunca foi objeto de polêmica. A luta do governo para tirar os crucifixos dos órgãos públicos nada mais é que sua luta contra o ideal judaico-cristão que não é a favor do socialismo e das ideias totalitárias defendidas pelos esquerdistas. E usam o argumento do “estado laico” como desculpa para justificar perseguição ideológica contra cristãos e judeus.

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Viva a lei de Gérson!

A Lei de Gérson: a propaganda do cigarro Vila Rica tornou famosa a “lei de Gérson”. Nela o hábil jogador declara abertamente que “O importante é levar vantagem em tudo, certo? Leve vantagem em tudo você também”.

O meio-campista Gérson ficou célebre não apenas por ter sido uma das maiores estrelas do tricampeonato brasileiro em 1970, mas por ter formulado, na propaganda do cigarro Vila Rica veiculada anos depois, aquela que viria a ser conhecida como lei de Gérson: “O importante é levar vantagem em tudo, certo?” – frase dita num carregado sotaque carioca, forçando os erres até o palato ficar encharcado. Gérson tentou por muito tempo se desvencilhar da fama de patrocinador dos espertalhões, patrono dos corruptos e propagandista dos canalhas, mas não teve jeito. A lei de Gérson pegou. Sociólogos, antropólogos e a nata da intelectualidade brasileira já gastaram horas e mais horas, tinta e mais tinta, neurônios e mais neurônios para condenar nossa brasileira condição gersoniana. Somos mesmo uma nação de egoístas, corruptos e sacanas, que só pensam em si e só querem saber de levar vantagem. Certo? Continue lendo “Viva a lei de Gérson!”