Por quê os socialistas odeiam judeus e o Estado de Israel?

Esses políticos são socialistas defensores de bandidos, criminosos e ditaduras assassinas (irã, Coreia do Norte, Venezuela e Cuba). Eles caluniam a única democracia do Oriente Médio de fazer aquilo que eles mesmos já fizeram e ainda fazem em vários lugares do mundo. São gente hipócrita, mentirosa e perversa que quer fazer você acreditar que o fogo é frio e a água é seca.
Esses políticos são socialistas defensores de bandidos, criminosos e ditaduras assassinas (irã, Coreia do Norte, Venezuela e Cuba). Eles caluniam a única democracia do Oriente Médio de fazer aquilo que eles mesmos já fizeram e ainda fazem em vários lugares do mundo. São gente hipócrita, mentirosa e perversa que quer fazer você acreditar que o fogo é frio e a água é seca.

Os políticos defensores da Palestina são os mesmos que também defendem o menor bandido, os assassinos e os marginais sem alma. Alguém já viu socialista defensor dos direitos humanos visitar a família da vítima? Não! Eles são especialistas em defender pessoas perversas. É o xodó deles.

Eles também defendem a carnificina promovida pelos países socialistas: Coreia do Norte, Cuba, Venezuela e Irã. Também adoram ditadores sanguinários e sem alma como Kim Jong-Un que atirou o próprio tio para ser comido vivo por cães. O filho dele, outro crápula, quase iniciou uma guerra nuclear a troco de nada com os Estados Unidos em 2013, colocando a vida no mundo inteiro em risco de extinção. Incrivelmente, os socialistas brasileiros apoiaram a atitude irresponsável do Presidente maluco da Coreia do Norte!

É esse povo hipócrita e sanguinário que acusa os judeus de se defenderem contra o grupo terrorista Hamas que deseja exterminar o povo judeu e o estado de Israel. Não se trata de “divergência de opiniões”. Trata-se de ter um coração honesto e olhar para os fatos como eles são.

Esses hipócritas acusam a contra-revolução de 1964 pela tortura e morte de cerca de 1.000 pessoas no Brasil, ao mesmo tempo que eles acham lindo os 100.000 assassinados por Fidel Castro em Havana, os 20 milhões na Rússia e os 50 milhões na China! São mentirosos desonestos. Dizem odiar ditaduras e apoiam outras muito piores! É a hipocrisia de um coração hediondo, corrompido e perverso que se acha no direito de acusar o inimigo daquilo que ele mesmo é. Eles acreditam que um crime pode justificar outro! Continue lendo “Por quê os socialistas odeiam judeus e o Estado de Israel?”

Obama e o Barão de Cotegipe

Barão de Cotegipe
Barão de Cotegipe: um político à frente do seu tempo, visionário e abolicionista. No Brasil Império, os negros já ocupavam cargos de destaque. Após o golpe republicano, deu-se lugar ao preconceito e o país perdeu grandes homens na administração pública apenas porque não eram brancos.

Foi muito comemorada a eleição de Barack Obama a presidente dos EUA por ter sido o primeiro negro a ocupar o cargo. Curiosamente, não foi nesses termos que o próprio Obama se definiu diante das câmeras de TV. Tive a oportunidade de ouvi-lo declarar que não era branco nem preto, mas mulato. Mãe branca e pai negro. Provavelmente se colocando como um ponto de união física entre duas raças cuja trajetória nos EUA foi marcada por um tipo de segregação aviltante. Legalmente, o negro americano chegou a ser definido como ¾ de homem. Isso para não mencionar a legislação dos estados americanos, em especial os do sul após a guerra da secessão, que criou todo tipo de empecilho jurídico ao pleno exercício da cidadania pelos negros. Por mais de século, vigorou a doutrina do “iguais mas separados”, com o devido respaldo da Suprema Corte americana, até que o movimento pelos direitos civis dos anos de 1960 levou a mesma corte a votar por unanimidade extraída a fórceps pela integração racial nas escolas, pondo um ponto final àquela hedionda lei.

De toda forma, negro ou mulato, foi um momento único na história americana. Assumindo-se como mulato, Obama também renegava a tradição de seu país onde uma simples gota de sangue negro era suficiente para que uma pessoa fosse declarada negra. Era como se fosse uma espécie de impureza que um branco não poderia carregar em seu sangue. Continue lendo “Obama e o Barão de Cotegipe”