As 11 maiores mentiras da república no Brasil.

“Quanto às minhas opiniões políticas, tenho duas, uma impossível, outra realizada. A impossível é a república de Platão. A realizada é o sistema representativo [a Monarquia]. É sobretudo como brasileiro que me agrada esta última opinião, e eu peço aos deuses (também creio nos deuses) que afastem do Brasil o sistema republicano porque esse dia seria o do nascimento da mais insolente aristocracia que o sol jamais alumiou…”

(Machado de Assis em crônica, 5 de março de 1867)

Introdução

Brasil: uma vítima da república
Brasil: apesar de ser a nação mais rica em recursos naturais do mundo, adotou o pior sistema de governo da face da terra: a república presidencialista.

O melhor argumento em favor da Monarquia é o que ela faz. Já as repúblicas, só vivem de “discursos” e “boas intenções”.

E não é pra menos. Monarquias tem motivo para administrar melhor (interesse pessoal do rei). O Rei ganha (dinheiro e poder) quando a administração do país é bem feita. Enfim: ele tem motivo pessoal para administrar bem. Ele não precisa ser um herói do caráter para fazer o trabalho dele bem feito. Se ele for um sábio, ótimo. Se ele for um avarento, não tem problema, a própria cobiça natural o incentivará a fazer o necessário para ele se tornar mais rico e poderoso, a saber: promover o crescimento de seus súditos. É incrível como a natureza é perfeita! Não é a toa que ela é monárquica. Basta observar as estrelas, os planetas, os átomos, os animais, os insetos, as religiões.

Repúblicas baseiam-se na ficção da impessoalidade. Enfim: na fé, na crença, na expectativa. Observe-se bem isto: na mera possibilidade de que o administrador sacrifique o próprio interesse pessoal em prol do “bem de todos”. Veja que ingenuidade! É atitude muito difícil de ser realizada, ainda mais se considerarmos que isso não deixa o administrador rico, nem poderoso. E claro: contraria a tendência natural do brasileiro de querer levar vantagem em tudo, a famosa Lei de Gérson.

Geralmente, pessoas que abrem mão do próprio interesse pessoal tornam-se santas, padres, monges, enfim: pessoas que “não gostam de política” e abrem mão do material em prol do espiritual. E se pararmos para pensar que a riqueza fácil nas repúblicas só é possível pelo caminho da corrupção, passaremos a compreender o porquê dos 10 países mais honestos do mundo, 7 são monarquias. Continue lendo “As 11 maiores mentiras da república no Brasil.”

O conto de fadas da república

O Reino da Espanha investigou e indiciou 95 pessoas envolvidas em corrupção política na27 Espanha. Tudo por causa de um suposto esquema de vendas de alvará de construção na prefeitura da cidade de Marbella.

Incrível! Alguém consegue imaginar algum prefeito brasileiro sendo indiciado por causa de uma “bobagem” como venda de alvarás? Todo mundo vende alvarás… ou finge “não saber” que isso acontece sempre. É prática comum raramente punida na república do Brasil, apesar da lei prometer sanção aos criminosos. Continue lendo “O conto de fadas da república”

Farra com seu dinheiro. Os terroristas agradecem.

Vergonha Brasil
Seu dinheiro está sendo torrado com terroristas na Palestina. São R$ 25.000.000,00.

Os brasileiros sofrem com as queimadas que devastam fazendas e destroem cidades. Além disso, a irresponsabilidade republicana permite a ocorrência de enchentes que desabrigam milhares de brasileiros todo ano. E o brasileiro, para variar, não pensa com seriedade sobre o assunto e prefere jogar a culpa de tudo na “mudança climática”. Continue lendo “Farra com seu dinheiro. Os terroristas agradecem.”

Plebiscito de 1993: a fraude que não chocou o Brasil.

Plebiscito  de 1993
Plebiscito de 1993: a farsa que legitimou o ilegitimável.

O Plebiscito de 1993 foi uma fraude eleitoral regulada pela lei 8.624 de 4 de fevereiro de 1993 cujo grande objetivo foi legitimar, após 104 anos, o golpe militar que impôs a república no Brasil em 15 de novembro de 1889.

Ironicamente, ele ocorreu em 21 de abril de 1993, dia de feriado que presta homenagens ao traidor Tiradentes. Ele tentou implantar a república por meio de um golpe que objetivava separar Minas Gerais do resto do Brasil. A consequência seria óbvia: o país seria dividido em dezenas de republiquetas pobres e desunidas, igual ao restante da América Latina espanhola. Continue lendo “Plebiscito de 1993: a fraude que não chocou o Brasil.”

O que é Democracia. Conceito, definição e significado

Democracia
Poder votar é apenas um dos aspectos da democracia. Para que ela exista de verdade, é preciso muito mais que isso.

Introdução

O que é democracia? Há dezenas de estudos a respeito do tema. Como os livros “O que é a Democracia?” de Alain Touraine (300 páginas) e “O que é a Democracia?” de Simone Goyard Fabre (400 páginas). Mas todos eles possuem algo em comum: após a leitura, a pergunta continua em suspenso e o leitor se sente mais perdido do que antes… ou seja: afinal de contas, o que é essa tal de Democracia?

Neste artigo, pretendo oferecer um conceito simples, fácil de compreender e, principalmente, fácil de verificar na prática.

Desfazendo preconceitos

Em primeiro lugar, é preciso que você mentalize bem isto: democracia não tem nada a ver com a forma de governo ou a forma de estado. Segundo: democracia não é só o povo poder votar. Ela é muito mais.

Todas as ditaduras do Brasil ocorreram no período republicano em contraste com o período de ampla liberdade de pensamento que vigorava na monarquia durante o reinado de Dom Pedro II. Mas, como? Se na escola aprendemos que democracias só existem em repúblicas e que todas as monarquias são cruéis, autoritárias e ultrapassadas? Teriam mentido para nós? Sim. Mentiram para você! Democracia é diferente de república. E mais: de fato, república e democracia são dois conceitos diversos e independentes entre si. Continue lendo “O que é Democracia. Conceito, definição e significado”

3º Programa Nacional de Direitos Humanos do governo federal ofende a liberdade religiosa

Direitos humanos
Direitos humanos para quem?

O 3º Programa Nacional de Direitos Humanos do Governo Federal, dentre os vários equívocos, também proíbe a ostentação de símbolos religiosos em locais públicos, erro mais grave de todos. A medida está no “Objetivo estratégico VI”, alínea c, página 100 do relatório.

Sou servidor da Justiça Federal. Onde trabalhamos havia um crucifixo na sala de audiência. O símbolo era importante para indicar que a Divindade deve estar acima dos anseios humanos e que ninguém deve ser julgado injustamente, assim como Jesus teria sido segundo os cristãos.

É um símbolo pertinente e adequado a finalidade do lugar. Assim como a estátua da deusa Thêmis, muito comum nos fóruns de justiça. Ela símbolo da Justiça e de seus objetivos. Sua presença nos lugares públicos nunca ofendeu ninguém. E nunca foi objeto de polêmica. A luta do governo para tirar os crucifixos dos órgãos públicos nada mais é que sua luta contra o ideal judaico-cristão que não é a favor do socialismo e das ideias totalitárias defendidas pelos esquerdistas. E usam o argumento do “estado laico” como desculpa para justificar perseguição ideológica contra cristãos e judeus.

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