Imagem da Justiça: significado.

Deusa Justitia ou Thêmis: Justiça: porque a mulher com a espada a simboliza? segundo os antigos gregos
Deusa Justitia ou Thêmis segundo os antigos gregos: por que a mulher com a espada a simboliza?

A origem do símbolo

A Justiça foi conhecida na Grécia antiga pelo nome de Thêmis e em Roma pelo nome de Justitia. Thêmis é filha de Urano e de Gaia, é a segunda mulher de Zeus. Foi gerada pelas Moiras junto com Nêmesis, — a deusa da Ética. Não é coincidência. É proposital. E serve para que lembremos de que a Justiça nasceu junto com a Ética e dela é indissociável! Continue lendo “Imagem da Justiça: significado.”

Poder Judiciário: o bode expiatório do Brasil.

CNJ: órgão criado para controlar o Poder Judiciário
CNJ: órgão criado para controlar o Poder Judiciário como se a culpa de tudo fosse dele. O Poder Judiciário é o mais injustamente criticado. Ninguém quer saber das causas das mazelas, querem apenas culpados. Tanto a mídia, quanto os políticos se aproveitam da ignorância popular para despejar no Judiciário a responsabilidade por todos os problemas quando a história é bem diferente

Não concordo com a opinião de que “magistrados protegem magistrados” e de que o Poder Judiciário é uma caixa preta marcada por lentidão e burocracia. Isso é fruto de ingenuidade e de uma má compreensão desse Poder no Brasil.

Os processos demoram? Sim. As corregedorias estaduais são lentas? Sim. Mas ninguém pergunta o porquê.

Primeiro: juízes não criam o Direito. Eles o aplicam conforme ele está nas normas. Se a norma torna o processo mais lento, o cidadão precisa entender que isso não se deve só ao Juiz, mas principalmente a quem faz a Lei que o Juiz é obrigado a seguir. No caso, o Congresso Nacional e o Presidente da República. Portanto, o cidadão deve cobrar deles que façam uma lei melhor. Além disso, lembro: se o Juiz tentar ser “alternativo” e não aplicar a lei, os atos praticados serão eivados de nulidade… Ou seja: ou o Juiz aplica a lei (mesmo que seja ruim) ou outro juiz aplicará a lei no lugar dele. Não há escolha. Continue lendo “Poder Judiciário: o bode expiatório do Brasil.”

Operação Hurricane: José Eduardo Carreira Alvim

Livro Operação Hurricane - Carreira Alvim
Operação Hurricane. Carreira Alvim

Certa manhã, José Eduardo Carreira Alvim, vice-presidente do tribunal regional federal da 2ª região e renomado jurista, acordou convertido em perigoso marginal sem mais nem menos. Ele foi humilhado e preso sob a mira de metralhadoras numa cela comum da polícia federal com tudo filmado pela Rede Globo. Nada lhe valeram as garantias Constitucionais da Magistratura e os Princípios Constitucionais do Contraditório e do Devido Processo Legal.Este livro mostra escancaradamente os bastidores da justiça republicana brasileira. Carreira Alvim conta as razões de ter sido preso por crimes que nunca praticou. Ele indaga por que seus direitos de magistrado não foram respeitados e denuncia ter sido vítima de uma conspiração odiosa, tramada por altas autoridades da justiça e da polícia.Carreira Alvim está afastado da magistratura e aguarda há quatro anos o Supremo Tribunal Federal julgar seu caso, mas seu processo está parado por causa de forças ocultas.

Se você ainda acredita na república brasileira, leia este livro. Ele é a prova de que a república faliu. Nem mesmo o Vice Presidente de uma das mais altas cortes de justiça do país está livre de ser acusado, julgado e humilhado sem provas quando as altas autoridades da república assim o desejam. Todos os cidadãos correm perigo.

Sim, a república é um inferno. Inferno para todos, para o pobre ou para um Vice Presidente de Tribunal. Ninguém escapa. Nunca foi tão atual a frase que está na porta do inferno de Dante: “Deixai toda a esperança, vós que entrais”. Esta é a república do Brasil.

Dia da Justiça

Justiça
Justiça: porque a mulher com a espada a simboliza?

No Brasil, o dia da justiça é comemorado em 8 de dezembro, mas também é comemorado no dia 8 de janeiro segundo o calendário pagão. Ela foi conhecida na Grécia antiga pelo nome de Thêmis e em Roma pelo nome de Justitia. Thêmis é filha de Urano e de Gaia, é a segunda mulher de Zeus. Foi gerada pelas Moiras junto com Nêmesis, — a deusa da Ética. Não é coincidência. É proposital. E serve para que lembremos também que a Justiça nasceu junto com a Ética e dela é indissociável. Sinal claro, na Mitologia Grega, que a Justiça e a Ética são inseparáveis, apesar dos positivistas de agora bradarem que seja possível uma “justiça separada da ética”.

A Justiça, essa divindade temível, era representada até o sec. XIX como uma mulher em pé, de olhos abertos, e espada em riste. O simbolismo era tão forte que até nas representações cristãs barrocas o padrão se repetia com insistência. Quando muito, havia discrepância apenas quanto ao sexo de quem empunhava a espada e a balança por razões de dogmática cristã. Continue lendo “Dia da Justiça”