Plebiscito de 1993: a fraude que não chocou o Brasil.

Plebiscito  de 1993
Plebiscito de 1993: a farsa que legitimou o ilegitimável.

O Plebiscito de 1993 foi uma fraude eleitoral regulada pela lei 8.624 de 4 de fevereiro de 1993 cujo grande objetivo foi legitimar, após 104 anos, o golpe militar que impôs a república no Brasil em 15 de novembro de 1889.

Ironicamente, ele ocorreu em 21 de abril de 1993, dia de feriado que presta homenagens ao traidor Tiradentes. Ele tentou implantar a república por meio de um golpe que objetivava separar Minas Gerais do resto do Brasil. A consequência seria óbvia: o país seria dividido em dezenas de republiquetas pobres e desunidas, igual ao restante da América Latina espanhola. Continue lendo “Plebiscito de 1993: a fraude que não chocou o Brasil.”

O que é Democracia. Conceito, definição e significado

Democracia
Poder votar é apenas um dos aspectos da democracia. Para que ela exista de verdade, é preciso muito mais que isso.

Introdução

O que é democracia? Há dezenas de estudos a respeito do tema. Como os livros “O que é a Democracia?” de Alain Touraine (300 páginas) e “O que é a Democracia?” de Simone Goyard Fabre (400 páginas). Mas todos eles possuem algo em comum: após a leitura, a pergunta continua em suspenso e o leitor se sente mais perdido do que antes… ou seja: afinal de contas, o que é essa tal de Democracia?

Neste artigo, pretendo oferecer um conceito simples, fácil de compreender e, principalmente, fácil de verificar na prática.

Desfazendo preconceitos

Em primeiro lugar, é preciso que você mentalize bem isto: democracia não tem nada a ver com a forma de governo ou a forma de estado. Segundo: democracia não é só o povo poder votar. Ela é muito mais.

Todas as ditaduras do Brasil ocorreram no período republicano em contraste com o período de ampla liberdade de pensamento que vigorava na monarquia durante o reinado de Dom Pedro II. Mas, como? Se na escola aprendemos que democracias só existem em repúblicas e que todas as monarquias são cruéis, autoritárias e ultrapassadas? Teriam mentido para nós? Sim. Mentiram para você! Democracia é diferente de república. E mais: de fato, república e democracia são dois conceitos diversos e independentes entre si. Continue lendo “O que é Democracia. Conceito, definição e significado”

Dois quintos dos infernos – a derrama atual

Carga tributária
A Carga tributária elevada desestimula a competitividade das empresas brasileiras no mercado nacional e internacional e onera o cidadão brasileiro.

No antigo Direito português derrama se chamava o imposto lançado sobre todos para suprir gastos extraordinários. Imposto “derramado” sobre todos.

O Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% da produção. Essa taxação altíssima, absurda, era chamada de “o quinto”. Esse imposto recaía principalmente sobre nossa produção de ouro.

O quinto era tão odiado pelas pessoas que foi apelidado de “o quinto dos infernos”.

Em 1788, sempre zelosa de sua mais opulenta capitania, a Coroa substitui o corrupto governador Luís da Cunha Meneses por Luís Antônio Furtado de Mendonça, visconde de Barbacena e sobrinho do vice-rei Luís de Vasconcelos e Sousa. O visconde chegou a Vila Rica (hoje Ouro Preto) com ordens expressas para aplicar o alvará de dezembro de 1750, segundo o qual Minas precisava pagar cem arrobas (ou 1.500 Kg) de ouro por ano para a Coroa.

O visconde anunciou: a derrama, por mais odiada e temida, seria cobrada em fevereiro de 1789. A partir de então, era decretada pela Coroa, quando na região de Minas Gerais. Funcionários do governo português, na data marcada, poderiam confiscar bens, invadir moradias, prender e até matar para cobrir o valor mínimo estipulado para o quinto (que representava 20% do ouro arrecadado) de 100 arrobas ou 1.500 kg de ouro anuais, sempre que houvesse déficit de produção. Todo ano, se não arrecadados 1.500 kg ou 100 arrobas, era agora a parte de Portugal arrecadar dos povos vizinhos ouro até completar esse total. Continue lendo “Dois quintos dos infernos – a derrama atual”

A farsa de Sinhá Moça

Novela Sinhá Moça
Novela Sinhá Moça: mais uma produção da Rede Globo que dissemina preconceitos contra a monarquia.

Não tenho o hábito de assistir novelas. Contudo, em noite recente fiquei pasmado ao acompanhar um capítulo de um romance “de época” – Sinhá Moça – apresentado pela maior emissora de televisão do País. De um lado, todos os abolicionistas eram republicanos. Do outro, todos os escravagistas eram monarquistas. Pude depois constatar, ao fazer questão de assistir nos dias seguintes outras partes da série, que essa farsa histórica não era evento isolado, mas quase uma filosofia embutida em todo o seu texto. Fiquei a pensar no quanto nossa mídia em geral, mais particularmente e extensamente a televisiva, longe de contribuir para o esclarecimento da população, tem-se mostrado eficientíssima na arte do desaculturamento e fixação de preconceitos. Continue lendo “A farsa de Sinhá Moça”

Lula é mais caro que os Reis da Europa

Autor: Daniel Aguiar1

Gastança em Brasília
A república no Brasil, além de cara, é ineficiente. Ela é incapaz de prestar serviços básicos de Educação, Saúde e Segurança Pública.

Recentemente o país ficou chocado com os altos gastos de membros do Governo Federal, efetivados com o chamado “cartão corporativo”. A edição nº 1997 da revista IstoÉ chegou a falar em R$ 5,8 milhões, sacados na boca do caixa entre 01 de janeiro de 2003 e 31 de janeiro de 2008 – um período de cinco anos, portanto – para atender às despesas do Presidente, da Primeira Dama e de suas equipes.

Infelizmente, estes valores são só a ponta do iceberg. Isso não chega a fazer nem cócegas no real montante que custa a República brasileira.

Segundo dados do sítio Contas Abertas, obtidos diretamente do Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal), no ano de 2006, o custo da Presidência e da Vice-Presidência do Brasil foi de R$ 288.656.937,79 (isso mesmo: duzentos e oitenta e oito milhões, seiscentos e cinquenta e seis mil, novecentos e trinta e sete reais e setenta e nove centavos). Em dólares: US$ 165.012.826,00. Espere ainda um pouquinho antes de se comover, caro leitor: esses dados vão somente até o dia 05 de setembro daquele ano! Continue lendo “Lula é mais caro que os Reis da Europa”

A Hipocrisia Humana

Cuidado: a mentira mata. Centenas de milhares de pessoas morrem anualmente por causa da violência, falta de saúde, agrotóxicos, poluição, fome, acidentes de trânsito, falta de saneamento, desastres e outros problemas. A causa é a mesma de sempre: a mentira. No Brasil ela se chama república. O maior conto de fadas já contado e que muitos bobos acreditam, apesar de haver 120 anos que ela não dá certo.

Fico impressionado com o alcance da hipocrisia humana quando dou uma parada e olho o mundo ao redor. Senhores, doutores e corruptores batem a mão no peito e defendem suas posições como se fossem exemplares perfeitos da mais pura ética e moral, dignos de fundarem qualquer religião que salve de modo cabal a alma de seus seguidores.

Alguns deles chegam a se contorcer quando escutam a palavra “violência” como se não cometessem atos de violência o tempo todo contra seus semelhantes. Esses senhores defensores dos direitos humanos, das liberdades e tantos nomes bonitos que infestam o discurso dos famélicos políticos; são os que mais causam mal e violentam a vida das pessoas. Eles perpetuam um sistema gerador das mais intensas contradições, a república, que reduziu os brasileiros a bestas que acreditam em contos da carochinha. Continue lendo “A Hipocrisia Humana”

A maioria das Enchentes são consequências da irresponsabilidade do governo republicano

Capa do Jornal Estado de Minas de 18/12/2008. 2.ed.
Capa do Jornal Estado de Minas de 18/12/2008. 2.ed.

As enchentes que arrasaram Santa Catarina, Minas Gerais e Rio de Janeiro são responsabilidade do governo republicano brasileiro. A chuva não é invenção recente, sempre choveu no Brasil. Não se trata de consequências só das alterações climáticas. O Brasil é país tropical. Chover é típico do clima. A diferença está principalmente no governo.

Na era do Brasil imperial administrava-se pensando no futuro. Isso era feito não porque se “buscava o bem comum”, mas porque o Monarca preocupava-se em manter a família no poder. Era a velha lei do interesse pessoal funcionando em benefício da sociedade. Por isso, não se construía em áreas alagáveis, nem em encostas perigosas. Os governo não permitia, o bom senso não permitia, pessoas inteligentes não faziam isso.

Depois do golpe republicano, o Brasil perdeu a noção do amanhã. O planejamento limitou-se à “próxima eleição” e passou-se a contar com a sorte para que o clima e as relações internacionais estejam sempre na “condição ideal”. A condição ideal não pensa na hipótese da chuva, da guerra, das epidemias e catástrofes inesperadas que podem surgir sem avisar. Continue lendo “A maioria das Enchentes são consequências da irresponsabilidade do governo republicano”

Porque defender a monarquia no Brasil.

Não adianta só ter “boas intenções”. Boa intenção até o diabo tinha quando revoltou-se contra D’us para ficar “livre” da “opressão” e da “tirania”. Todos os “libertadores” tem a mesma “boa intenção”. Observe que os discursos, tanto do Diabo, quanto dos maus são basicamente os mesmos!! Boas intenções abundam, mas o que importa é o resultado.

Monarquia: mais honesta, menos demagógica.

A Demagogia é a regra da política, principalmente na república. Todos os políticos republicanos alegam defender os princípios mencionados abaixo:

a) “O bem do povo”;
b) “A democracia“;
c) “O Desenvolvimento econômico”;
d) “Políticas sociais”
e) Os “direitos humanos”

Tudo isso enche os discursos dos políticos, mas não passa de papo furado. Qualquer um já sabe.

Esses jargões fazem parte daquele blá, blá, blá que todos estão enfarados de escutar sempre que há eleições ou quando os políticos estão no palanque. Por mais que isso seja alcançado pelas monarquias com mais eficiência que nas repúblicas, não é a busca desses objetivos que a faz funcionar melhor. A monarquia tem motivos mais sólidos, mais sinceros, mais reais em todos os sentidos. Continue lendo “Porque defender a monarquia no Brasil.”

República: Conheça essa história.

Bandeira da primeira república: cópia descarada da bandeira dos Estados Unidos.
Bandeira da primeira república: cópia descarada da bandeira dos Estados Unidos.

Marechal Deodoro da Fonseca aplicou um golpe militar contra a monarquia, prometendo “libertar” o Brasil do “autoritarismo”. Tão logo conquistou o poder, mergulhou o país em crise econômica grave; soltou as rédeas para a corrupção política e cumpriu a palavra premiando o país com a primeira ditadura da história brasileira.

O desastre econômico e social que ainda assola nossa pátria é consequência da traição do Marechal. Ele revelou, como primeiro presidente, o caráter “democrático” da república e, principalmente, como ela é capaz de destruir nações, sob o disfarce de belos discursos. Continue lendo “República: Conheça essa história.”