Lei anti-palmada causa mais uma vítima

Nenhum pai gosta de bater no próprio filho ou de gritar com ele. Mas todo pai prefere ver seu filho chorar por alguns minutos do que vê-lo perder um braço para um tigre feroz.
Nenhum pai gosta de bater no próprio filho ou de gritar com ele. Mas todo pai prefere ver seu filho chorar por alguns minutos do que vê-lo perder um braço para um tigre feroz.

A palmada ensina à criança que o mundo tem limites, que é preciso rigor e disciplina para as coisas funcionarem, que sempre há alguém hierarquicamente superior que poderá puni-lo fisicamente por suas ações ou omissões. Ela ensina a pensar nas consequências de nossos atos e omissões. Ela é eficaz para toda pessoa que não escuta a voz da razão. Caso das crianças rebeldes e dos criminosos.

A Lei 13.010/2014 é só outra expressão do entendimento equivocado do que seja Misericórdia. Amar não é só passar a mão na cabeça. Amar é admoestar, gritar, dar o castigo físico quando é necessário.

Amar não é dar chocolate para seu filho diabético, nem é passar a mão na cabeça de seu filho rebelde. Quem ama, age com rigor. Quem ama nega o chocolate para seu filho diabético. Quem ama grita, quando a conversa racional falha, e se precisar, dá palmadas sim! Quem ama, castiga! Continue lendo “Lei anti-palmada causa mais uma vítima”