Empresários e Trabalhadores: escravos do governo.

Escravidão
Escravo é todo aquele que não usufrui dos frutos de seu próprio trabalho e não tem liberdade para mudar a sua condição. O Brasileiro paga quase 100% do seu salário em impostos e não pode mudar seu sistema político pelo voto. Conceitualmente ele é um escravo, apesar de se considerar livre.

Você sabia que os impostos incidentes sobre o salário de um trabalhador com carteira assinada são de 77,91%? Repito: 77,91%! Quase 80%! O Valor bruto que aparece no contracheque do escravo, digo, do trabalhador, já é o valor com o desconto dos 77,91% dos encargos sociais, ou seja: apenas 22,09% sobram para o trabalhador. E tudo isso já é retido na fonte sem nenhuma chance do trabalhador sonegar. Por isso, muitas empresas resistem em assinar a carteira do empregado, pois para tal, é preciso pagar os 77,91% de impostos! Continue lendo “Empresários e Trabalhadores: escravos do governo.”

Obama e o Barão de Cotegipe

Barão de Cotegipe
Barão de Cotegipe: um político à frente do seu tempo, visionário e abolicionista. No Brasil Império, os negros já ocupavam cargos de destaque. Após o golpe republicano, deu-se lugar ao preconceito e o país perdeu grandes homens na administração pública apenas porque não eram brancos.

Foi muito comemorada a eleição de Barack Obama a presidente dos EUA por ter sido o primeiro negro a ocupar o cargo. Curiosamente, não foi nesses termos que o próprio Obama se definiu diante das câmeras de TV. Tive a oportunidade de ouvi-lo declarar que não era branco nem preto, mas mulato. Mãe branca e pai negro. Provavelmente se colocando como um ponto de união física entre duas raças cuja trajetória nos EUA foi marcada por um tipo de segregação aviltante. Legalmente, o negro americano chegou a ser definido como ¾ de homem. Isso para não mencionar a legislação dos estados americanos, em especial os do sul após a guerra da secessão, que criou todo tipo de empecilho jurídico ao pleno exercício da cidadania pelos negros. Por mais de século, vigorou a doutrina do “iguais mas separados”, com o devido respaldo da Suprema Corte americana, até que o movimento pelos direitos civis dos anos de 1960 levou a mesma corte a votar por unanimidade extraída a fórceps pela integração racial nas escolas, pondo um ponto final àquela hedionda lei.

De toda forma, negro ou mulato, foi um momento único na história americana. Assumindo-se como mulato, Obama também renegava a tradição de seu país onde uma simples gota de sangue negro era suficiente para que uma pessoa fosse declarada negra. Era como se fosse uma espécie de impureza que um branco não poderia carregar em seu sangue. Continue lendo “Obama e o Barão de Cotegipe”

As 11 maiores mentiras da república no Brasil.

“Quanto às minhas opiniões políticas, tenho duas, uma impossível, outra realizada. A impossível é a república de Platão. A realizada é o sistema representativo [a Monarquia]. É sobretudo como brasileiro que me agrada esta última opinião, e eu peço aos deuses (também creio nos deuses) que afastem do Brasil o sistema republicano porque esse dia seria o do nascimento da mais insolente aristocracia que o sol jamais alumiou…”

(Machado de Assis em crônica, 5 de março de 1867)

Introdução

Brasil: uma vítima da república
Brasil: apesar de ser a nação mais rica em recursos naturais do mundo, adotou o pior sistema de governo da face da terra: a república presidencialista.

O melhor argumento em favor da Monarquia é o que ela faz. Já as repúblicas, só vivem de “discursos” e “boas intenções”.

E não é pra menos. Monarquias tem motivo para administrar melhor (interesse pessoal do rei). O Rei ganha (dinheiro e poder) quando a administração do país é bem feita. Enfim: ele tem motivo pessoal para administrar bem. Ele não precisa ser um herói do caráter para fazer o trabalho dele bem feito. Se ele for um sábio, ótimo. Se ele for um avarento, não tem problema, a própria cobiça natural o incentivará a fazer o necessário para ele se tornar mais rico e poderoso, a saber: promover o crescimento de seus súditos. É incrível como a natureza é perfeita! Não é a toa que ela é monárquica. Basta observar as estrelas, os planetas, os átomos, os animais, os insetos, as religiões.

Repúblicas baseiam-se na ficção da impessoalidade. Enfim: na fé, na crença, na expectativa. Observe-se bem isto: na mera possibilidade de que o administrador sacrifique o próprio interesse pessoal em prol do “bem de todos”. Veja que ingenuidade! É atitude muito difícil de ser realizada, ainda mais se considerarmos que isso não deixa o administrador rico, nem poderoso. E claro: contraria a tendência natural do brasileiro de querer levar vantagem em tudo, a famosa Lei de Gérson.

Geralmente, pessoas que abrem mão do próprio interesse pessoal tornam-se santas, padres, monges, enfim: pessoas que “não gostam de política” e abrem mão do material em prol do espiritual. E se pararmos para pensar que a riqueza fácil nas repúblicas só é possível pelo caminho da corrupção, passaremos a compreender o porquê dos 10 países mais honestos do mundo, 7 são monarquias. Continue lendo “As 11 maiores mentiras da república no Brasil.”

A farsa de Sinhá Moça

Novela Sinhá Moça
Novela Sinhá Moça: mais uma produção da Rede Globo que dissemina preconceitos contra a monarquia.

Não tenho o hábito de assistir novelas. Contudo, em noite recente fiquei pasmado ao acompanhar um capítulo de um romance “de época” – Sinhá Moça – apresentado pela maior emissora de televisão do País. De um lado, todos os abolicionistas eram republicanos. Do outro, todos os escravagistas eram monarquistas. Pude depois constatar, ao fazer questão de assistir nos dias seguintes outras partes da série, que essa farsa histórica não era evento isolado, mas quase uma filosofia embutida em todo o seu texto. Fiquei a pensar no quanto nossa mídia em geral, mais particularmente e extensamente a televisiva, longe de contribuir para o esclarecimento da população, tem-se mostrado eficientíssima na arte do desaculturamento e fixação de preconceitos. Continue lendo “A farsa de Sinhá Moça”