Porque não poupar civis na guerra.

O que é uma guerra?

Guerra é ato brutal.
Só o fato de se travar uma guerra já é a prova cabal de que não há solução jurídica para o caso. Se o Direito tivesse funcionado, o conflito teria se resolvido pela via diplomática (acordo, sanções e etc.). A guerra só existe quando falha o Direito.

Guerra é um ato extremo no qual um povo combate outro para fazer valer a sua vontade. Apesar de haver acordos internacionais sobre o assunto, a guerra não é ato jurídico. Pelo contrário, ela é ato antijurídico e brutal no qual, durante sua duração, há suspensão das garantias constitucionais e legais a fim de se se alcançar o objetivo: vencer o inimigo por qualquer meio.

Diferentemente de uma persecução penal, na guerra não há direito ao “contraditório”, à “boa fé objetiva”, à “ampla defesa”. Pelo contrário, busca-se a vitória sempre, nem que para isso tenha que se usar de expedientes antiéticos. Na guerra, o vencedor sempre tem razão e o vencido deve se submeter ou morrer.

Entretanto, há os que pensam diferente. Eles consideram a guerra um ato jurídico que deve ser realizado conforme as regras do Direito Constitucional, especialmente os tratados internacionais. Caso o país descumpra as normas, deve ser punido por “crime de guerra”. Pura hipocrisia, pois não há guerra justa. A guerra, em si, já é a prova de que o Direito falhou naquele caso. Ela é ato brutal e extremo. Continue lendo “Porque não poupar civis na guerra.”

Lei anti-palmada

Charge: Lei da palmada
Lei da palmada: expressão do excesso de misericórdia que predomina na sociedade ocidental. Um mal tão grande quanto o excesso de rigor.

A lei anti-palmada é só mais uma manifestação da total falta de compreensão do que seja a misericórdia no mundo. E também, mais uma expressão do total fracasso do sistema de ensino brasileiro.

Os humanistas, defensores dos Direitos Humanos, “protetores” de tudo e todos esqueceram que a Justiça é o equilíbrio entre Chessed e Gevurah. Aliás, nem sabem o que é isso.

O Rigor excessivo e a crueldade são erros tão grandes como a complacência absoluta e a falta de disciplina, regra atual da educação republicana brasileira. Continue lendo “Lei anti-palmada”

Visão de “Direitos humanos” do Brasil em relação ao Irã e a Israel

“Aquilo que os americanos não estavam conquistando há 31 anos, nós conseguimos em 18 horas de conversa, e o Irã resolveu sentar na mesa para negociar numa demonstração de que o diálogo é a melhor forma de resolver os conflitos, e não atirando, como Israel atirou ontem no barco que ia levar comida para a faixa de Gaza”

Presidente do Brasil: Luiz Inácio Lula da Silva. Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO

Esse é o discurso, agora vejamos a prática:

Israel capturou armas que o Brasil enviou ao Irã para abastecer o terrorismo contra Israel logo depois que Lula e Ahmadinejad fizeram “acordos” entre os dois países.

Armamento brasileiro apreendido por Israel no navio Francop, 04/11/2009.
Armamento brasileiro apreendido por Israel no navio Francop em 04/11/2009. São dezenas de pilhas de armamentos brasileiros enviados pelo governo Terrorista do Irã à Síria e ao grupo terrorista Hezbolá. Governo brasileiro e Forças armadas não explicam o incidente e a mídia televisiva simplesmente se calou.

 

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3º Programa Nacional de Direitos Humanos do governo federal ofende a liberdade religiosa

Direitos humanos
Direitos humanos para quem?

O 3º Programa Nacional de Direitos Humanos do Governo Federal, dentre os vários equívocos, também proíbe a ostentação de símbolos religiosos em locais públicos, erro mais grave de todos. A medida está no “Objetivo estratégico VI”, alínea c, página 100 do relatório.

Sou servidor da Justiça Federal. Onde trabalhamos havia um crucifixo na sala de audiência. O símbolo era importante para indicar que a Divindade deve estar acima dos anseios humanos e que ninguém deve ser julgado injustamente, assim como Jesus teria sido segundo os cristãos.

É um símbolo pertinente e adequado a finalidade do lugar. Assim como a estátua da deusa Thêmis, muito comum nos fóruns de justiça. Ela símbolo da Justiça e de seus objetivos. Sua presença nos lugares públicos nunca ofendeu ninguém. E nunca foi objeto de polêmica. A luta do governo para tirar os crucifixos dos órgãos públicos nada mais é que sua luta contra o ideal judaico-cristão que não é a favor do socialismo e das ideias totalitárias defendidas pelos esquerdistas. E usam o argumento do “estado laico” como desculpa para justificar perseguição ideológica contra cristãos e judeus.

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