Empresários e Trabalhadores: escravos do governo.

Escravidão
Escravo é todo aquele que não usufrui dos frutos de seu próprio trabalho e não tem liberdade para mudar a sua condição. O Brasileiro paga quase 100% do seu salário em impostos e não pode mudar seu sistema político pelo voto. Conceitualmente ele é um escravo, apesar de se considerar livre.

Você sabia que os impostos incidentes sobre o salário de um trabalhador com carteira assinada são de 77,91%? Repito: 77,91%! Quase 80%! O Valor bruto que aparece no contracheque do escravo, digo, do trabalhador, já é o valor com o desconto dos 77,91% dos encargos sociais, ou seja: apenas 22,09% sobram para o trabalhador. E tudo isso já é retido na fonte sem nenhuma chance do trabalhador sonegar. Por isso, muitas empresas resistem em assinar a carteira do empregado, pois para tal, é preciso pagar os 77,91% de impostos! Continue lendo “Empresários e Trabalhadores: escravos do governo.”

Dois quintos dos infernos – a derrama atual

Carga tributária
A Carga tributária elevada desestimula a competitividade das empresas brasileiras no mercado nacional e internacional e onera o cidadão brasileiro.

No antigo Direito português derrama se chamava o imposto lançado sobre todos para suprir gastos extraordinários. Imposto “derramado” sobre todos.

O Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% da produção. Essa taxação altíssima, absurda, era chamada de “o quinto”. Esse imposto recaía principalmente sobre nossa produção de ouro.

O quinto era tão odiado pelas pessoas que foi apelidado de “o quinto dos infernos”.

Em 1788, sempre zelosa de sua mais opulenta capitania, a Coroa substitui o corrupto governador Luís da Cunha Meneses por Luís Antônio Furtado de Mendonça, visconde de Barbacena e sobrinho do vice-rei Luís de Vasconcelos e Sousa. O visconde chegou a Vila Rica (hoje Ouro Preto) com ordens expressas para aplicar o alvará de dezembro de 1750, segundo o qual Minas precisava pagar cem arrobas (ou 1.500 Kg) de ouro por ano para a Coroa.

O visconde anunciou: a derrama, por mais odiada e temida, seria cobrada em fevereiro de 1789. A partir de então, era decretada pela Coroa, quando na região de Minas Gerais. Funcionários do governo português, na data marcada, poderiam confiscar bens, invadir moradias, prender e até matar para cobrir o valor mínimo estipulado para o quinto (que representava 20% do ouro arrecadado) de 100 arrobas ou 1.500 kg de ouro anuais, sempre que houvesse déficit de produção. Todo ano, se não arrecadados 1.500 kg ou 100 arrobas, era agora a parte de Portugal arrecadar dos povos vizinhos ouro até completar esse total. Continue lendo “Dois quintos dos infernos – a derrama atual”