Como usar o método GTD no tablet ou smartphone

 

Cada dia são lançados smartphones mais poderosos. Eles realizam tarefas que eram impensáveis até pouco tempo.
Cada dia são lançados smartphones mais poderosos. Eles realizam tarefas que eram impensáveis até pouco tempo.

Atendendo aos pedidos dos leitores, escrevo sobre como usar o método GTD nos smartphones ou tablets.

No último artigo sobre o tema, recomendei o uso de papel e caneta. Isso porque, até então, os telefones não ofereciam tantos recursos, além do preço que era extremamente salgado.

Com a melhoria das baterias dos aparelhos, o aumento das funcionalidades e a redução do preço, eles se tornaram mais acessíveis e práticos para serem usados como ferramenta GTD. Claro, ainda é necessário gastar um pouco mais. Isso porque um bom smartphone ou tablet não sairá por menos de R$ 700,00, podendo os mais sofisticados chegar a R$ 3.000,00, como a linha Note da Samsung.

Em relação ao preço, o papel e a caneta ainda são mais baratos, mesmo que você opte por usar cadernetas e agendas moleskines, empresa que produz os melhores cadernos do mundo.

Se você já possui um smartphone ou um tablet mais potente, pode usar seu aparelho com a mesma eficiência do papel e da caneta. Por óbvio se o seu aparelho é de baixa qualidade ou uma falsificação chinesa, melhor continuar usando o papel e a caneta. Continue lendo “Como usar o método GTD no tablet ou smartphone”

Da Perversão do Estado pelo Governo

Estado e Governo: dois lados diferentes da mesma moedaNós, brasileiros, estamos acostumados a associar Estado e Governo como sendo a mesma coisa, visto que a chefia de um e de outro são exercidas pela mesma pessoa em nossa república presidencialista. Contudo, são coisas completamente diferentes, pela própria natureza de suas atribuições. O Estado é um conjunto de instituições e mecanismos que permitem a existência e a vida de uma Nação, tendo um caráter permanente, e suas funções devem se fazer sempre presentes, não importando a orientação político-partidária do governo então atuante. Em contraste com a perenidade do Estado, o Governo deve ser transitório, por representar um conjunto de visões de uma maior ou menor parcela da população em certo momento, reagindo a necessidades, desafios e idéias vigentes naquele período histórico. Assim, um governo será de direita ou esquerda, priorizará o capital ou o social em conformidade com as legítimas aspirações da população naquele tempo; enquanto o Estado será sempre o mesmo, garantindo as próprias estruturas que permitem ao Governo agir e o legitimam. Basicamente, entre as funções de Estado, estão o poder de nomear e demitir o Executivo e o Legislativo, o poder de nomear os representantes do Supremo Tribunal, a Chefia Suprema das Forças Armadas, o poder de sancionar e vetar leis e o poder de solicitar a manifestação do Povo quanto às leis, via plebiscitos e referendos. Uma infiltração do Estado pelo Governo só poderá trazer prejuízos às instituições e riscos à democracia e, infelizmente, é o que está acontecendo no Brasil. Continue lendo “Da Perversão do Estado pelo Governo”

Imagem da Justiça: significado.

Deusa Justitia ou Thêmis: Justiça: porque a mulher com a espada a simboliza? segundo os antigos gregos
Deusa Justitia ou Thêmis segundo os antigos gregos: por que a mulher com a espada a simboliza?

A origem do símbolo

A Justiça foi conhecida na Grécia antiga pelo nome de Thêmis e em Roma pelo nome de Justitia. Thêmis é filha de Urano e de Gaia, é a segunda mulher de Zeus. Foi gerada pelas Moiras junto com Nêmesis, — a deusa da Ética. Não é coincidência. É proposital. E serve para que lembremos de que a Justiça nasceu junto com a Ética e dela é indissociável! Continue lendo “Imagem da Justiça: significado.”

Internet wireless: o perigo dentro de sua casa

Cooperação técnica de:

Marcos Paulo Campos Carvalho
Bacharel em Sistemas de Informação

roteador-Wirelless

A internet trouxe várias vantagens para a vida moderna. Facilitou descobrir coisas novas, comprar livros em sebos virtuais, evitar filas em bancos e aproximar as pessoas por meio das redes sociais. Mas ela também tem seu lado ruim. Assim como a rua, ela traz perigos. Alguns deles já são populares: os vírus e os cavalos de troia que se espalham automaticamente sem necessidade de intervenção humana. Mas há também os perigos ocultos, potencialmente danosos para os quais a maioria das pessoas e empresas não prestam a devida atenção.

Com a expansão do mercado de notebooks, smart TVS, aparelhos DVD/Blue Ray, smartphones e etc.; tornou-se banal o uso da rede wireless no ambiente doméstico e corporativo. Com ela, qualquer aparelho eletrônico equipado com essa tecnologia consegue acessar uma rede de dados sem a necessidade de estar conectado a um cabo de rede. Tal característica, traz muitas vantagens, pois evita a instalação física de uma rede com vários cabos para a conexão de todos os equipamentos. Enfim: o wireless diminui os custos com estrutura, facilita a mobilidade e deixa tudo mais bonito e organizado à medida que diminui a poluição visual causada pelos fios.

Mas toda essa praticidade tem o seu lado negativo muitas vezes ignorado: a segurança. A maioria absoluta dessas redes, para não dizer todas, possui alguma brecha grave na proteção que permite pessoas mal intencionadas utilizar a sua rede sem o seu conhecimento.

As falhas de segurança mais comuns são:

a) Deixar a rede aberta, sem nenhuma senha.

b) Deixar a rede com senha, mas com tecnologia ultrapassada.

c) Deixar a rede com senha que utiliza tecnologia de ponta, mas com brecha conhecida na segurança.

d) Deixar o roteador com o usuário e senha padrão de fábrica, sem restrições para o acesso.

Mostraremos o risco de cada uma dessas falhas e como evitá-las. Continue lendo “Internet wireless: o perigo dentro de sua casa”

Constituinte Parcial? Tal aberração só podia ser proposta pela presidente do Brasil.

Inconstitucional e antidemocrático

Em rede Nacional de TV, a presidente do Brasil propôs rasgar a constituição que ela jurou defender. Impeachment já!
Em rede Nacional de TV, a presidente do Brasil propôs rasgar a constituição que ela jurou defender. Impeachment já!

A presidente Dilma propôs um plebiscito para fazer uma “nova constituinte” sobre reforma política. De todas as promessas estúpidas feitas até agora, essa foi a pior.

Primeiro: não é juridicamente possível fazer uma “constituinte parcial”. Ou se faz uma nova constituição na íntegra ou se propõe mudança legislativa em obediência à Constituição Vigente. Se esse absurdo passar, o que não vai, será um verdadeiro golpe de Estado. E quem redigirá a nova constituição? Os condenados do mensalão? Sim! Nesse caso, a emenda sairá pior que o soneto… E a reforma Penal? E a reforma tributária? E a reforma do Judiciário? E o fim do Projeto de Emenda Constitucional 37 – PEC 37? Ela nem tocou nesses temas porque enquanto essa estrutura falida continuar, a corrupção não terá fim. Continue lendo “Constituinte Parcial? Tal aberração só podia ser proposta pela presidente do Brasil.”

Bandeira Imperial do Brasil

Bandeira Imperial do Brasil
Bandeira Imperial do Brasil. Vigorou durante o reinado de Dom Pedro II.

A Bandeira Imperial do Brasil é a verdadeira bandeira do Brasil. Ela representa o nosso Estado e o sentimento de unidade dos brasileiros. Ela é o símbolo da nossa luta contra a corrupção e por serviços públicos de qualidade. Continue lendo “Bandeira Imperial do Brasil”

Ministro Joaquim Barbosa critica a criação do Tribunal Regional Federal de Minas Gerais

Ministro Joaquim Barbosa durante reunião da 2ª turma no STF  em Brasília. FOTO: ANDRE DUSEK/AE
Ministro Joaquim Barbosa durante reunião da 2ª turma no STF em Brasília.
FOTO: ANDRE DUSEK/AE

Todos possuem direito a manifestar sua opinião, seja ela favorável ou desfavorável a um ponto de vista. Este é pilar básico da Democracia. Entretanto, Joaquim Barbosa, Presidente do STF, chamou a atenção hoje pelo viés autoritário.

Em 08/04/2013 ele acusou os representantes das associações de magistrados de terem agido de maneira “sorrateira” para “induzir” os congressistas a aprovarem a PEC que criou os novos Tribunais Regionais Federais. A discussão ocorreu durante audiência com as associações de magistrados. Assim disse o Ministro:

Pelo o que eu vejo vocês participaram de maneira sorrateira da aprovação. São responsáveis, na surdina, pela aprovação”.

Só para esclarecer, a criação de um Tribunal Regional Federal em Minas Gerais é uma demanda antiga que já vem sendo discutida e proposta há mais de 10 anos. Só o Estado de Minas Gerais, por exemplo, é responsável por mais de 50% dos processos em tramitação no Tribunal Regional Federal da Primeira Região. Talvez a criação dos TRFs em outros estados pudesse esperar, mas em Minas Gerais com certeza era uma necessidade.

Dessa forma, a declaração do Ministro do STF de que a criação dos Tribunais oneraria as finanças do Brasil e que foi feita à “surdina” e de forma “sorrateira” é, no mínimo, irrefletida. Ela indignou os juízes e servidores do Judiciário Federal da Primeira Região. Continue lendo “Ministro Joaquim Barbosa critica a criação do Tribunal Regional Federal de Minas Gerais”

Ranking da corrupção Global 2012: os 10 países mais honestos e os 10 países mais corruptos do planeta

Saiu o relatório da corrupção global em 2012 elaborado pela organização Transparência Internacional. Nele podemos ver quais foram os 10 países mais honestos e os 10 países mais corruptos no ano de 2012.

Ranking da Corrupção Global 2012 - Transparência Internacional - Clique aqui para ver o relatório completo (em inglês)
Ranking da Corrupção Global 2012 – Transparência Internacional – Clique aqui para ver o relatório completo (em inglês)

Veja o relatório completo aqui em PDF: Relatório da Corrupção Global 2012 – Transparência Internacional – Clique aqui para ver o relatório completo (em inglês)

Continue lendo “Ranking da corrupção Global 2012: os 10 países mais honestos e os 10 países mais corruptos do planeta”

Porque não poupar civis na guerra.

O que é uma guerra?

Guerra é ato brutal.
Só o fato de se travar uma guerra já é a prova cabal de que não há solução jurídica para o caso. Se o Direito tivesse funcionado, o conflito teria se resolvido pela via diplomática (acordo, sanções e etc.). A guerra só existe quando falha o Direito.

Guerra é um ato extremo no qual um povo combate outro para fazer valer a sua vontade. Apesar de haver acordos internacionais sobre o assunto, a guerra não é ato jurídico. Pelo contrário, ela é ato antijurídico e brutal no qual, durante sua duração, há suspensão das garantias constitucionais e legais a fim de se se alcançar o objetivo: vencer o inimigo por qualquer meio.

Diferentemente de uma persecução penal, na guerra não há direito ao “contraditório”, à “boa fé objetiva”, à “ampla defesa”. Pelo contrário, busca-se a vitória sempre, nem que para isso tenha que se usar de expedientes antiéticos. Na guerra, o vencedor sempre tem razão e o vencido deve se submeter ou morrer.

Entretanto, há os que pensam diferente. Eles consideram a guerra um ato jurídico que deve ser realizado conforme as regras do Direito Constitucional, especialmente os tratados internacionais. Caso o país descumpra as normas, deve ser punido por “crime de guerra”. Pura hipocrisia, pois não há guerra justa. A guerra, em si, já é a prova de que o Direito falhou naquele caso. Ela é ato brutal e extremo. Continue lendo “Porque não poupar civis na guerra.”

Caso Bruno ou o estupro do Estado de Direito no Brasil

Bruno, ex-goleiro do Flamengo: condenado pela fúria popular.
Bruno, ex-goleiro do Flamengo: condenado pela fúria popular.

O caso Bruno é mais do que um mero julgamento de um cidadão por assassinato. Ele é uma dessas coisas inacreditáveis que acontecem no Brasil e ninguém liga. O povo, cúmplice e partícipe, assiste pedindo a cabeça dos culpados como num espetáculo de gladiadores, no qual o Direito não importa, mas apenas a diversão promovida pela violência gratuita dos lutadores na arena.

A condenação popular do Bruno em si é uma violação aos Direitos Humanos e ao Estado de Direito. Essa é a verdade. Sinal de que a cultura jurídica brasileira é imatura e de que nosso povo gosta de caça às bruxas.

Continue lendo “Caso Bruno ou o estupro do Estado de Direito no Brasil”