O fim da Europa livre: o perigo do islamismo radical

Correio da Manhã - Tribunais islâmicos avançam em Londres

Tribunais islâmicos avançam em Londres. Matéria publicada no Correio da Manhã de 16/09/2008, Lisboa, Portugal.

A Europa está em extinção, o islamismo radical a devorará inteira. E será o início de uma nova era para o ocidente na qual a palavra “liberdade” adquirirá um sentido diverso do qual hoje se lhe atribui.

Há três causas principais: 1) o crescimento exponencial da população islâmica radical na Europa, 2) a opção dos europeus laicos por não terem filhos; 3) ingenuidade das pessoas sobre a verdadeira natureza dos ensinamentos islâmicos.

Se nada for feito, seremos a última geração a ver uma Europa livre na qual conceitos como a tolerância, a liberdade religiosa, a liberdade sexual e a igualdade entre homens e mulheres ainda fazem algum sentido.

O problema da islamização radical na Europa

Mas, que mal poderia haver numa Europa Islâmica? O Islamismo não é uma fé tão boa quanto qualquer outra? Não. Vejamos o porquê:

Atualmente, cristãos, budistas, judeus, ateus e pagãos não irão brigar com você, matar você ou te perseguir porque você não se importa com os mesmos valores que eles se importam. Para eles, tanto faz. Desde que as leis do país sejam respeitadas, o que você acredita ou deixa de acreditar, suas opções sexuais, sua vida privada e suas crenças não serão motivo para desencadear uma onda de violência contra você. No máximo, isso poderá ocasionar uma repreensão moral, mas eles não irão patrocinar um atentado terrorista contra você ou sua família só por isso. E por quê? Porque no momento histórico que vivemos são raras as ações radicais praticadas por religiosos não islâmicos por motivo religioso.

Jihad Islâmica na Indonésia

Centenas de membros do movimento Jihad Lashkar, ou combatentes da Guerra Santa. Eles acenam suas espadas durante uma manifestação em Jacarta em 10/04/2000 . O Jihad Lashkar é um grupo extremista na Indonésia muçulmana. Ele é culpado pelo massacre de milhares de cristãos nas ilhas Maluku. (AP Photo / Dita Alangkara)

Entretanto, o mesmo não acontece com o Islamismo. Vivemos um momento histórico em que é comum a prática de atentados terroristas e outros atos violentos por seguidores do islã por motivo religioso. Os islâmicos radicais não suportam a ideia de que alguém possa acreditar em princípios de fé diferente, ou mesmo não acreditar em nada (caso dos ateus) ou se reservar o direito de permanecer em dúvida metódica sobre o assunto (caso dos agnósticos).

Segundo a teologia islâmica, é dever do fiel matar (literalmente) todos os infiéis. Quem são os infiéis? Todos os povos não islâmicos, inclusive os islâmicos moderados que respeitam a opinião alheia. Logo abaixo há dois documentários completos sobre o Islamismo e a teologia islâmica. Eles demonstram com base nos ensinamentos islâmicos que matar infiéis é o caminho que Alá deseja para trazer a paz ao mundo. O islamismo é a única religião do planeta que traz em sua doutrina o incentivo a matança de infiéis. Tal comportamento é incompatível com o Estado Democrático de Direito e coloca em risco todas as liberdades fundamentais pela qual lutamos por muitos séculos para conquistar.

O ocidente possui uma visão ingênua da natureza violenta do Islã e o tolera como se fosse uma religião de paz, mas não é. Faz parte do cerne doutrinário do islã o extermínio em massa de quem se recuse a se submeter a essa fé. Não se trata de um problema de interpretação dos ensinamentos como ocorreu com o cristianismo na Idade Média.

A matança de infiéis faz parte da doutrina do Islã e está no Corão e nas Hadiths (tradição teológica islâmica, equivalente aos escritos de Santo Agostinho no Cristianismo e ao Talmud judaico). Essa barbárie é ensinada nas escolas da Palestina, Irã, Afeganistão e em todos os lugares onde os islâmicos radicais atuam. Isso não foi inventado, você pode ouvir da própria boca desses maníacos. Os documentários trazem imagens da televisão árabe e palestina onde os imãs dizem isso claramente. É por esse motivo que é impossível a paz entre Israel os radicais. Simples: para eles só haverá paz depois que todos os infiéis (não islâmicos e islâmicos moderados) estiverem literalmente mortos.

boko haram. Grupo extremista islâmico da Nigéria

Boko Haram. Grupo extremista islâmico da Nigéria. Eles assassinam milhares de cristãos na África, especialmente missionários. A ONU ignora a intolerância religiosa islâmica na região.

Se acha que isso é uma brincadeira, um exagero, um preconceito contra o islamismo radical, convido-o a ver os documentários postados abaixo. Se isso não o ajudar a enxergar a barbárie que é o Islã radical, sinto muito, mas você é uma pessoa embrutecida que perdeu seu senso de humanidade e de Justiça e merece ser submetido à fé bárbara que é o Islamismo.

Os Islâmicos radicais se veem no dever de converter os infiéis à fé deles, e mais: eles entendem moralmente correto usar a força para obriga-lo a crer. E eles também consideram justo usar da violência contra você e sua família, sem misericórdia, nem piedade.

Além disso, os islâmicos radicais querem obriga-lo a adotar um estilo de vida diferente que inclui a completa interferência em como você conduz sua vida privada. Enfim: eles desejam tirar a sua liberdade e tornar você totalmente submisso. E isso não é coincidência. O termo islam deriva do verbo aslama que significa literalmente submissão. A palavra muslin de onde vem o termo muçulmano significa submisso. Ou seja: o islâmico é literalmente um submisso. Segundo eles, às leis de Deus. Mas, na prática: às idiotices que um imã radical apoia como corretas, o que inclui espancamento de mulheres, assassinato de infiéis e atentados terroristas.

Islamismo radical: um perigo para a Democracia

O islamismo radical e a apologia ao islã radical é um perigo para todos os regimes democráticos do planeta e deveria ser criminalizado da mesma forma que a apologia ao nazismo.

No entanto, argumenta-se que a criminalização do islã radical seria uma forma de racismo e de intolerância religiosa por parte dos seguidores de outros credos. Nada mais falso. O objetivo não é impedir a crença no Islã. Acredite nisso quem quiser. O Objetivo é impedir que se use a fé (seja qual for) para disseminar a intolerância e o ódio cego contra as outras fés.

Tanto faz se o atentado terrorista é feito em nome de Alá, Jesus Cristo ou Buda. O que está em jogo é a democracia. E ela só existe onde há: a) respeito às liberdades fundamentais, às minorias e às diferenças; b) soberania popular; c) Limites ao poder do Estado.

O que Islã radical propõe é que o Estado seja o seu braço direito com o fito de perseguir minorias religiosas, políticas e outras; além da suspensão das liberdades fundamentais e o fim da soberania popular, já que todas as leis devem ser as que estão no livro do Corão e nas Hadiths. O islã radical propõe a formação de Estados Teocráticos que passem por cima do indivíduo como um rolo compressor e imponha o Islã como obrigação a todos sob pena de morte.

Desafio o leitor a apontar pelo menos uma nação islâmica que respeite às minorias! Em todos os cantos do planeta onde o islã vigora há perseguição contra elas e incitação de ódio. No Egito, por exemplo, cristãos coptas são perseguidos diariamente e seus templos são queimados. Os Judeus são retratados na TV como monstros que usam sangue de crianças para fazer o pão do Shabat. Também é considerado crime casar-se com um judeu. E o mais incrível: o Conselho de Direitos Humanos da ONU faz vista grossa contra essas barbaridades. Preferem caluniar Israel, a única nação democrática do Oriente Médio.

Experimente ser gay, seguir outra fé ou expressar um pensamento diferente em qualquer país islâmico do Oriente Médio. Você será morto!

Israel é o único país do Oriente que não persegue minorias, que mantém uma imprensa livre (inclusive para criticar o governo), e que não tolhe direitos de uma pessoa só por ser mulher. Israel é um Estado Laico onde o povo faz a Lei, às minorias são respeitadas e há limites ao poder do Estado.

Mas se é assim tão evidente, por que tantos criticam Israel e ninguém faz nada contra o islamismo radical?

Simples: a islamização da Europa, também é a Islamização da ONU.

Os islâmicos odeiam os judeus por um motivo simples: judeus não acreditam no falso messias Maomé. Para os judeus, o messias ainda não veio. E não veio mesmo. Se tivesse vindo, não haveria guerra, nem violência no mundo, muito menos uma violência em “nome do messias”.

Os cristãos também não acreditam em Maomé. Eis o que São Tomás de Aquino diz sobre o assunto desde o Séc. XIII:

“Aqueles que aceitam pela fé as verdades que estão fora da experiência humana não crêem levianamente, como aqueles que, segundo São Pedro, seguem fábulas engenhosas (2 Pd 1, 16).

Os segredos da sabedoria divina, ela mesma – que conhece tudo perfeitamente – dignou-se revelar aos homens, mostrando-lhes as sua presença, a verdade da sua doutrina, e inspirando-os, com testemunhos condizentes. Ademais, para confirmar as verdades que excedem o conhecimento natural, realizou ações visíveis que superam a capacidade de toda a natureza, como sejam a cura de doenças, ressurreição dos mortos e maravilhosas mudanças nos corpos celestes. Mais maravilhoso ainda é, inspirando as mentes humanas, ter feito que homens ignorantes e rudes, enriquecidos pelos dons do Espírito Santo, adquirissem instantaneamente tão elevada sabedoria e eloqüência.

São Tomás de Aquino

São Tomás de Aquino: Doutor Angélico da Igreja Católica Apostólica Romana. Foi grande estudioso das doutrinas do filósofo grego Aristóteles. Ele escreveu a Suma Teológica e a Suma Contra os Gentios. Duas obras primas da teologia cristã.

Depois de termos considerado tais fatos, acrescente-se agora, para confirmação da eficácia dos mesmos, que uma enorme multidão de homens, não só os rudes como também os sábios, acorreu para fé cristã. Assim o fizeram, não premidos pela violência das armas, nem pela promessa de prazer, mas também – o que é maravilhoso – sofrendo a perseguição de tiranos. Além disso, na fé cristã, são expostas as virtudes que excedem todo intelecto humano, os prazeres são reprimidos e se ensina o desprezo as coisas do mundo. Ora, terem os espíritos humanos concordado com tudo isto é ainda maior milagre e claro efeito de inspiração divina.

Essas coisas não aconteceram de improviso ou por acaso, mas por disposição divina, porque ficou evidenciado que elas se realizaram mais tarde, porquanto Deus as havia predito pelos oráculos de muitos profetas, cujos livros são venerados por todos nós como portadores do testemunho de nossa fé.

Este modo de inspiração das verdades reveladas está lembrado na carta aos Hebreus: ‘A verdade da salvação, que foi inicialmente transmitida pelo Senhor, foi em nós confirmada por aqueles que a ouviram, comprovando-a Deus por sinais, milagres e por muitos dons do Espírito Santo’ (Hb 2, 3).

Tão maravilhosa conversão do mundo para fé cristã é de tal modo certíssimo indício dos sinais havidos no passado, que eles não precisaram ser reiterados no futuro, visto que os seus efeitos os evidenciavam.

Seria realmente o maior dos sinais miraculosos se o mundo tivesse sido induzido, sem aqueles maravilhosos sinais, por homens rudes e vulgares, a crer em verdades tão elevadas, a realizar coisas tão difíceis e a desprezar bens tão valiosos. Mas ainda: em nossos dias Deus, por meio dos seus santos, não cessa de operar milagres para confirmação da fé.

No entanto, os iniciadores de seitas errôneas seguiram o caminho oposto, como se tornou patente em Maomé. Ele seduziu os povos com promessas referentes aos desejos carnais, excitados que são pela concupiscência. Formulou também preceitos conformes àquelas promessas, relaxando, desse modo, as rédeas que seguram os desejos da carne.

Além disso, não apresentou testemunhos da verdade, senão aqueles que facilmente podem ser conhecidos pela razão natural de qualquer medíocre ilustrado. Além disso, introduziu, em verdades que tinha ensinado, fábulas e doutrinas falsas. Também não apresentou sinais sobrenaturais. Ora, só mediante estes há conveniente testemunho da inspiração divina, enquanto uma ação visível, que não pode ser senão divina, mostra que o mestre da verdade está inspirado de modo invisível. Mas Maomé manifestou ter sido enviado pelo poder das armas, que também são sinais dos ladrões e dos tiranos. Ademais, desde o início, homens sábios, versados em coisas divinas e humanas, nele não acreditaram. Nele, porém, acreditaram homens que, animalizados no deserto, eram totalmente ignorantes da doutrina divina. No entanto, foi a multidão de tais homens que obrigou os outros a obedecerem, pela violência das armas, a uma lei. Finalmente, nenhum dos oráculos dos profetas que o antecederam dele deu testemunho, visto que ele deturpou com fabulosas narrativas quase todos os fatos do Velho e do Novo Testamento. Tudo isso pode ser verificado ao se estudar a sua lei. Já também por isso, e de caso sagazmente pensado, não deixou para leitura de seus seguidores os livros do Velho Testamento, para que não o acusassem de impostura.

Fica assim comprovado que os que lhe dão fé à palavra crêem levianamente.” (AQUINO, São Tomás. Summa Contra Gentiles. Porto Alegre: Sulina/Vozes, 1990, p. 27-28, v. 1, Livro I, Capítulo VI)

Islamização da política na Europa

A islamização da Europa, também é a islamização de sua política. E o por quê? Ao contrário das minorias que vivem em países islâmicos, os islâmicos europeus desfrutam dos mesmos direitos políticos que qualquer outro cidadão. Os políticos sabem disso e querem captar os votos desse segmento. Resultado: mudança do tom das palavras e do posicionamento dos políticos. A vitória de François Hollande, a esquerda francesa, deve-se ao voto dos islâmicos naquele país (5 milhões). A França possui 46 milhões de eleitores. Deles, votaram apenas 37 milhões. Nicolas Sarkozy perdeu a eleição por implantar medidas que atacam imigrantes mulçumanos. A França, em breve, deixará de ser a terra do romantismo, da Literatura e dos vinhos maravilhosos. A Sharia acabará com tudo em nome de Alá.

Considerar iguais quem nos considera desiguais é um jogo perigoso. Quando os islâmicos se tornarem maioria na Europa (e se tornarão em 30 anos), elegerão radicais para os cargos mais importantes. E tenha certeza: as novas minorias da Europa (e entre elas estarão os cristãos, ateus e agnósticos) não serão poupadas. Serão todas perseguidas, assim como já são nos países de maioria islâmica.

Imã Moqtada al-Sadr, líder religioso radical Islâmico

Imã Moqtada al-Sadr, líder religioso islâmico. Ele vê os emos como “pragas na sociedade islâmica”. Ele disse isso após o apedrejamento de 14 jovens em Bagdá em março de 2012. O Crime deles: ouvir Rolling Stones e usar roupas e assessórios relacionados à cultura emo. Foram acusados de satanismo e homossexualismo. Enquanto isso, a ONU se cala diante desses atos de intolerância e perseguição das minorias.

A cultura das minorias será riscada da Europa. E isso inclui bibliotecas, obras de arte, museus e tudo que possa ser considerado contrário à fé islâmica pelos radicais. A Capela Sistina, o Louvre, a tradição do pensamento livre das universidades, tudo isso vai desaparecer ou ser transformado para se adequar aos novos tempos. E já começou. Em 26/06/2006, uma ópera de Mozart teve a apresentação suspensa em Berlim por medo de haver alguma reação violenta por parte de islâmicos radicais. Enquanto isso, a legalidade perde força na Europa para sucumbir aos ditames da Sharia, a lei religiosa islâmica.

Evidentemente, a Islamização da Europa coloca em risco a Economia global por causa das novas relações políticas e econômicas que devem se desenvolver. A Europa deve se tornar hostil aos países americanos, à China, à Rússia e à Índia (que ainda não estarão islamizadas) e ainda mais hostil à Israel. A ONU vai se tornar um instrumento de legitimação da ingerência dos países islâmicos sobre os demais, assim como já é um órgão claramente hostil e hipócrita em relação à Israel.

Em defesa da Liberdade. A necessidade de criminalizar atos religiosos radicais.

A tradição de liberdade na Europa é recente e ainda frágil. Desde a queda do Império Romano, toda região sofreu com o radicalismo cristão. O renascimento das artes clássicas, da ciência e da liberdade de pensamento só foi reconquistado com muita luta por livres pensadores e burgueses que desafiaram os cristãos radicais.

Até o final do Séc. XVIII (menos de 250 anos), ainda havia inquisição. Em Minas Gerais, Brasil, onde a perseguição religiosa era mais suave, 3180 pessoas foram condenadas em nome de Jesus Cristo! (FERNANDES, 2004, p. 114).

Sharia Jihad

Não à Sharia e ao Jihad! As tentativas de implantação de um estado teocrático e a violência em nome da fé são barbaridades que não podem ser toleradas pelo Estado Democrático de Direito. Precisam ser criminalizadas sob pena de extinção do próprio Estado Democrático de Direito.

O radicalismo religioso é algo tão perigoso quanto o Nazismo e, da mesma forma, deve ser criminalizado, pois coloca em risco a própria democracia. Não se trata de criminalizar a prática de uma fé específica, mas de defender o Estado Democrático de Direito. Deve-se, dentro da legalidade e dos princípios constitucionais, impedir que os líderes religiosos e fiéis (de qualquer religião) usem da instituição de fé para incentivar, patrocinar, apoiar ou de qualquer forma favorecer atos de violência, vandalismo ou de invasão da vida privada alheia.

O grande desafio em criminalizar atos religiosos radicais é separar a esfera pública da privada. Do ponto de vista privado, todas as fés devem ter o direito de se posicionar como quiserem a respeito de qualquer assunto. As religiões são instituições privadas e ninguém é obrigado a participar delas ou a concordar com suas regras morais. Se determinada religião não faz casamento entre pessoas do mesmo sexo e abomina o homossexualismo, isso não prejudica o cidadão, pois ele é livre para realizar o casamento civil e exercer sua sexualidade publicamente conforme a Lei, independentemente do que as religiões pensem a respeito.

O grande problema é a esfera pública. Quando líderes religiosos e fiéis impedem alguém de exercer Direitos legalmente concedidos pelo Estado, a ponto de sair em público promovendo atos de violência, vandalismo ou que invadem a esfera privada de outras pessoas que não desejam se submeter ao que eles consideram correto. Isso sim deve ser criminalizado e com urgência, sob pena de extinção do próprio Estado Democrático de Direito.

A substituição do Estado Democrático de Direito pelo Estado Teocrático é algo que ameaça a liberdade de todo o ocidente. Devemos nos lembrar que a tradição libertária da Europa é uma conquista recente. O fim da Europa livre será um retrocesso para o mundo inteiro com consequências imprevisíveis.

Conheça o mito da minoria radical islâmica:

Ouça dos próprios “islâmicos moderados” o que eles pensam sobre a tolerância:

Documentário sobre o Islamismo: Religião do Ódio e da Violência

Documentário: Obsession. O Islam Radical em Guerra Contra o Ocidente

Documentário sobre a ameaça islâmica à civilização ocidental. Ele apresenta trechos de transmissões das TVs de países muçulmanos e revela: 1) uma visão interna do ódio que os radicais ensinam, 2) a incitação à jihad (guerra santa) global; 3) o objetivo de dominação mundial. O vídeo também traça os paralelos entre o nazismo no tempo da II Guerra Mundial e os radicais da atualidade.

Referências Bibliográficas

AQUINO, São Tomás. Summa Contra Gentiles. Porto Alegre: Sulina/Vozes, 1990

FERNANDES, Neusa. A Inquisição em Minas Gerais no Século XVIII. 2.ed. Rio de Janeiro: UERJ, 2004.

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