Empresários e Trabalhadores: escravos do governo.

Escravidão
Escravo é todo aquele que não usufrui dos frutos de seu próprio trabalho e não tem liberdade para mudar a sua condição. O Brasileiro paga quase 100% do seu salário em impostos e não pode mudar seu sistema político pelo voto. Conceitualmente ele é um escravo, apesar de se considerar livre.

Você sabia que os impostos incidentes sobre o salário de um trabalhador com carteira assinada são de 77,91%? Repito: 77,91%! Quase 80%! O Valor bruto que aparece no contracheque do escravo, digo, do trabalhador, já é o valor com o desconto dos 77,91% dos encargos sociais, ou seja: apenas 22,09% sobram para o trabalhador. E tudo isso já é retido na fonte sem nenhuma chance do trabalhador sonegar. Por isso, muitas empresas resistem em assinar a carteira do empregado, pois para tal, é preciso pagar os 77,91% de impostos!

E não para por aí: dos 22,09% que sobram para o escravo, digo, para trabalhador, ele ainda é obrigado a pagar mais 11% para a previdência social. Você acha que acabou? Claro que não. Do que sobra, menos de 20%, o trabalhador ainda é forçado a pagar quase 60% em impostos indiretos (são mais de 70 impostos!). Enfim: quase 95% do que uma empresa paga a um trabalhador é perdida com impostos. E se ele tem o privilégio de ter uma renda um pouco maior, ainda terá de pagar imposto de renda cuja alíquota varia de 7,5% a 27,5% da renda bruta!!! Ou seja: quase 100% do que a empresa gasta com o funcionário é torrada com impostos! E, o pior: nada disso reverte para ele em forma de segurança pública, educação, saúde e Justiça. E o mais absurdo, se ele precisar de algum serviço desses, ainda terá de pagar!

A fome do governo por impostos não para por aí. Produtos essenciais para o desenvolvimento econômico, como a gasolina, são hiper tributados: 106,06%! Ou seja: se a gasolina hoje está a R$ 3,00, mais da metade do preço dela é só de impostos!

corrupção política
Os pseudo-intelectuais brasileiros tendem a culpar o “capitalismo” por todos os males. Estão enganados. Nosso mal é a república; é a falta de vergonha na cara; é a nossa inércia política. O brasileiro é canalha de aceitar, sem reclamar, a forma de Estado mais corrupta e ineficiente do planeta. E não bastasse isso, os intelectuais jogam a culpa nos empresários, justamente eles que inovam, geram empregos e produzem enquanto o povo bebe cerveja, come churrasco, vê Big Brother e justifica a corrupção política no país. Se os políticos não prestam, lembremos que o povo que os mantém no poder presta menos ainda, pois quem é decente exige decência, já os corruptos se calam e aceitam.

Os empresários também não escapam: além de seus produtos ficarem mais caros e menos competitivos por causa dos impostos extorsivos, da precária infraestrutura e da falta de segurança, eles ainda são obrigados a pagar vários impostos sobre o lucro, sem contar outras taxas. E tudo isso apenas para terem o direito de trabalhar. Apesar de o empresário não ter férias, nem 13º, nem “seguro desemprego”, nem nenhum outro benefício comum ao trabalhador, ele é obrigado a pagar impostos sobre o lucro obtido, e, no final, quando receber sua suada e justa remuneração, ainda terá que pagar imposto de Renda. E para quê? Para nada, pois se ele quiser ter saúde, educar seus filhos e manter a segurança de sua família; ele terá que pagar mais por isso. Enfim: são impostos sobre impostos que incidem sobre mais impostos e que não revertem em forma de benefício para ninguém! Ou seja: o povo e os empresários são continuamente assaltados pelo governo.

Apesar de toda a exploração sofrida pelo trabalhador e pelo empresariado, o mais incrível é que eles estão felizes! E raros são os que reclamam dessa situação de hiper-exploração. Em Minas Gerais, no séc. XVIII, o Rei de Portugal quis cobrar 1/5 (20%) de impostos APENAS sobre a produção de ouro. Por causa disso, houve uma revolta conhecida como “inconfidência mineira” na qual o traidor Tiradentes tentou implantar a república em Minas Gerais e “libertá-la” da “opressão portuguesa”, nada mais mentiroso, pelos 11 motivos já expostos.

Atualmente cobra-se quase 5/5 de impostos, ou seja, quase 100%, e a maioria está feliz! E o mais paradoxal é a cegueira do povo e dos empresários. A maioria considera correto pagar tantos impostos para serem desperdiçados pela república, ao passo que a mesma maioria considera absurdo pagar apenas 20% de impostos para se viver numa Monarquia, mesmo que ela seja infinitamente mais eficiente que a república. Ou seja: tanto o povo, quanto os empresários estão emburrecidos.

Por tudo isso, o Brasileiro é um povo otário e feliz porque precisa ser especialista em ser passado para trás para ignorar tantas coisas, sentir-se feliz com elas e ainda acreditar que tudo ficará melhor no futuro.

Evidentemente, é bom ser otimista, mas com o pé no chão. O otimismo é útil quando acompanhado de uma ação e um fundamento sólido que o sustenta. No Brasil não temos nem uma coisa, nem outra. Falta ação, o povo e os empresários não fazem nada de efetivo para mudar as coisas. Quer exemplos? 1) Greve de professores da rede pública: é algo sem sentido, pois o governo não tem interesse em educação de qualidade. 2) Vender gasolina por um dia sem impostos. Nada disso resolve porque o político não está nem aí para tais vendas, e o pior: no final do mês o empresário terá que pagar o tributo do mesmo jeito e terá que suportar o prejuízo sozinho, caso contrário, será multado pela Receita Federal e poderá responder a processo crime na Justiça.

Lembremos que a república brasileira é um sistema feito para não funcionar e se manter ineficiente, conforme já explicado. E mais: todas as pessoas querem levar alguma vantagem. Ninguém age com o objetivo de perder ou levar prejuízos. Isso é óbvio. Pense nisso, e começará a entender o porquê a monarquia parlamentarista é a melhor escolha para o Brasil, enfim: a única opção realista e sensata que temos.

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