É preciso amar-se primeiro

Essa tolerância, esse largeur do coração que tudo ‘perdoa’ porque tudo ‘compreende’, é para nós como o vento siroco. Antes viver no meio do gelo do que entre as virtudes modernas e outros ventos do Sul!”1

(Friedrich Nietzsche)

Autoestima
Autoestima é fundamental.

Vivemos um momento de extrema apatia social. As pessoas não saem às ruas, nem exigem o cumprimento das normas do Direito. Tal cenário favorece a má atuação dos agentes públicos. E qual seria a causa? Duas são principais: 1) Nosso sistema e forma de governo não se adaptam à nossa cultura e, 2) A inércia, o comodismo, enfim: a falta de amor próprio tão característica do brasileiro.

O brasileiro permite-se não ter bons serviços de educação, não ter acesso à saúde, não ter segurança, não ter emprego, perder direitos fundamentais, tolerar a corrupção desenfreada nos poderes públicos. E tudo isso, ao mesmo tempo que ele se permite pagar impostos elevadíssimos. Ora! Tudo isso sinaliza que o brasileiro não tem amor próprio. Logo, é preciso que ele se ame mais e, conseqüentemente, lute por melhores condições de vida.

Continue lendo “É preciso amar-se primeiro”

República: Conheça essa história.

Bandeira da primeira república: cópia descarada da bandeira dos Estados Unidos.
Bandeira da primeira república: cópia descarada da bandeira dos Estados Unidos.

Marechal Deodoro da Fonseca aplicou um golpe militar contra a monarquia, prometendo “libertar” o Brasil do “autoritarismo”. Tão logo conquistou o poder, mergulhou o país em crise econômica grave; soltou as rédeas para a corrupção política e cumpriu a palavra premiando o país com a primeira ditadura da história brasileira.

O desastre econômico e social que ainda assola nossa pátria é consequência da traição do Marechal. Ele revelou, como primeiro presidente, o caráter “democrático” da república e, principalmente, como ela é capaz de destruir nações, sob o disfarce de belos discursos. Continue lendo “República: Conheça essa história.”