A ditadura militar de 1964 foi de direita? Conta outra esquerdoso!

A contra-revolução de 1964.
O povo brasileiro foi às ruas e pediu a intervenção do exército, o que levou à Contra Revolução de 1964.

Dizem que a contrarrevolução de 1964 foi um movimento da “direita” contra o comunismo. Mentira! E deslavada!

Aquele movimento de fato foi uma mobilização da sociedade brasileira contra o comunismo estilo Fidel Castro, mas nem de longe aquilo pode ser considerado de “direita”. Explico.

Os militares ficaram 20 anos no poder. O que fizeram? Continue lendo “A ditadura militar de 1964 foi de direita? Conta outra esquerdoso!”

A verdadeira Caridade não é socialista

CaridadeSer solidário é ajudar o outro com o próprio esforço. É botar o seu na reta. É trabalhar você mesmo pelo próximo e tirar dinheiro do próprio bolso quando quiser contribuir.

Ajudar as pessoas com o dinheiro alheio não é solidariedade. É canalhice! Os esquerdistas querem universalizar essa loucura. Muita gente bem intencionada acaba sendo enganada por esses picaretas, pois relaciona socialismo com caridade. Nada mais falso. Por isso é comum ver cristãos e judeus confundindo a bandeira da Tsedacá (caridade) com o socialismo o qual, aponte-se, é anti-judaico e anti-cristão por natureza. Continue lendo “A verdadeira Caridade não é socialista”

Imagem da Justiça: significado.

Deusa Justitia ou Thêmis: Justiça: porque a mulher com a espada a simboliza? segundo os antigos gregos
Deusa Justitia ou Thêmis segundo os antigos gregos: por que a mulher com a espada a simboliza?

A origem do símbolo

A Justiça foi conhecida na Grécia antiga pelo nome de Thêmis e em Roma pelo nome de Justitia. Thêmis é filha de Urano e de Gaia, é a segunda mulher de Zeus. Foi gerada pelas Moiras junto com Nêmesis, — a deusa da Ética. Não é coincidência. É proposital. E serve para que lembremos de que a Justiça nasceu junto com a Ética e dela é indissociável! Continue lendo “Imagem da Justiça: significado.”

Internet wireless: o perigo dentro de sua casa

Cooperação técnica de:

Marcos Paulo Campos Carvalho
Bacharel em Sistemas de Informação

roteador-Wirelless

A internet trouxe várias vantagens para a vida moderna. Facilitou descobrir coisas novas, comprar livros em sebos virtuais, evitar filas em bancos e aproximar as pessoas por meio das redes sociais. Mas ela também tem seu lado ruim. Assim como a rua, ela traz perigos. Alguns deles já são populares: os vírus e os cavalos de troia que se espalham automaticamente sem necessidade de intervenção humana. Mas há também os perigos ocultos, potencialmente danosos para os quais a maioria das pessoas e empresas não prestam a devida atenção.

Com a expansão do mercado de notebooks, smart TVS, aparelhos DVD/Blue Ray, smartphones e etc.; tornou-se banal o uso da rede wireless no ambiente doméstico e corporativo. Com ela, qualquer aparelho eletrônico equipado com essa tecnologia consegue acessar uma rede de dados sem a necessidade de estar conectado a um cabo de rede. Tal característica, traz muitas vantagens, pois evita a instalação física de uma rede com vários cabos para a conexão de todos os equipamentos. Enfim: o wireless diminui os custos com estrutura, facilita a mobilidade e deixa tudo mais bonito e organizado à medida que diminui a poluição visual causada pelos fios.

Mas toda essa praticidade tem o seu lado negativo muitas vezes ignorado: a segurança. A maioria absoluta dessas redes, para não dizer todas, possui alguma brecha grave na proteção que permite pessoas mal intencionadas utilizar a sua rede sem o seu conhecimento.

As falhas de segurança mais comuns são:

a) Deixar a rede aberta, sem nenhuma senha.

b) Deixar a rede com senha, mas com tecnologia ultrapassada.

c) Deixar a rede com senha que utiliza tecnologia de ponta, mas com brecha conhecida na segurança.

d) Deixar o roteador com o usuário e senha padrão de fábrica, sem restrições para o acesso.

Mostraremos o risco de cada uma dessas falhas e como evitá-las. Continue lendo “Internet wireless: o perigo dentro de sua casa”

Caso Bruno ou o estupro do Estado de Direito no Brasil

Bruno, ex-goleiro do Flamengo: condenado pela fúria popular.
Bruno, ex-goleiro do Flamengo: condenado pela fúria popular.

O caso Bruno é mais do que um mero julgamento de um cidadão por assassinato. Ele é uma dessas coisas inacreditáveis que acontecem no Brasil e ninguém liga. O povo, cúmplice e partícipe, assiste pedindo a cabeça dos culpados como num espetáculo de gladiadores, no qual o Direito não importa, mas apenas a diversão promovida pela violência gratuita dos lutadores na arena.

A condenação popular do Bruno em si é uma violação aos Direitos Humanos e ao Estado de Direito. Essa é a verdade. Sinal de que a cultura jurídica brasileira é imatura e de que nosso povo gosta de caça às bruxas.

Continue lendo “Caso Bruno ou o estupro do Estado de Direito no Brasil”

Atirador que chacinou 11 crianças e feriu 18 no Rio era simpático ao Islã

Wellington Menezes de Oliveira
Wellington Menezes de Oliveira: o terrorista que chacinou 11 crianças em Realengo

Wellington Menezes de Oliveira, 24, um ex-aluno da escola municipal Tasso da Silveira, matou a sangue frio dez meninas e um menino, com idades entre 12 e 15 anos.

Todos foram mortos a tiros na manhã desta quinta-feira na escola localizada no bairro Realengo (zona oeste do Rio). O atirador efetuou mais de 100 disparos de arma de fogo contra os alunos da escola.

Por sorte, a polícia patrulhava o local na hora do incidente e abordou o atirador. Houve troca de tiros. Após ser ferido e com medo de ser pego, o atirador suicidou-se. Continue lendo “Atirador que chacinou 11 crianças e feriu 18 no Rio era simpático ao Islã”

Brasileiro “Experto”?

O Brasileiro “experto”. O Brasileiro é mesmo esperto?

Personagem Agostinho do Programa a Grande Família, rede Globo.
Personagem Agostinho: Interpretado pelo brilhante ator Pedro Cardoso no programa de TV “A Grande Família”. Agostinho é o símbolo do brasileiro esperto que gosta de “levar vantagem em tudo”. Mas, será que o brasileiro é mesmo esperto?

Dizem que o brasileiro é esperto, principalmente o carioca da gema. Eu duvido. E antes que tirem sarro do povo da terrinha, parece que a mania de “experteza” se espalhou pelo Brasil. Até aqui nas Minas Gerais está cheio de gente “experta” com “x”.

Que esperto é esse que deixa ser passado para trás o tempo todo? Para mim, tal “experto” é alguém que acha legal carregar o país nas costas.

Continue lendo “Brasileiro “Experto”?”

Dia da Justiça

Justiça
Justiça: porque a mulher com a espada a simboliza?

No Brasil, o dia da justiça é comemorado em 8 de dezembro, mas também é comemorado no dia 8 de janeiro segundo o calendário pagão. Ela foi conhecida na Grécia antiga pelo nome de Thêmis e em Roma pelo nome de Justitia. Thêmis é filha de Urano e de Gaia, é a segunda mulher de Zeus. Foi gerada pelas Moiras junto com Nêmesis, — a deusa da Ética. Não é coincidência. É proposital. E serve para que lembremos também que a Justiça nasceu junto com a Ética e dela é indissociável. Sinal claro, na Mitologia Grega, que a Justiça e a Ética são inseparáveis, apesar dos positivistas de agora bradarem que seja possível uma “justiça separada da ética”.

A Justiça, essa divindade temível, era representada até o sec. XIX como uma mulher em pé, de olhos abertos, e espada em riste. O simbolismo era tão forte que até nas representações cristãs barrocas o padrão se repetia com insistência. Quando muito, havia discrepância apenas quanto ao sexo de quem empunhava a espada e a balança por razões de dogmática cristã. Continue lendo “Dia da Justiça”

A maioria das Enchentes são consequências da irresponsabilidade do governo republicano

Capa do Jornal Estado de Minas de 18/12/2008. 2.ed.
Capa do Jornal Estado de Minas de 18/12/2008. 2.ed.

As enchentes que arrasaram Santa Catarina, Minas Gerais e Rio de Janeiro são responsabilidade do governo republicano brasileiro. A chuva não é invenção recente, sempre choveu no Brasil. Não se trata de consequências só das alterações climáticas. O Brasil é país tropical. Chover é típico do clima. A diferença está principalmente no governo.

Na era do Brasil imperial administrava-se pensando no futuro. Isso era feito não porque se “buscava o bem comum”, mas porque o Monarca preocupava-se em manter a família no poder. Era a velha lei do interesse pessoal funcionando em benefício da sociedade. Por isso, não se construía em áreas alagáveis, nem em encostas perigosas. Os governo não permitia, o bom senso não permitia, pessoas inteligentes não faziam isso.

Depois do golpe republicano, o Brasil perdeu a noção do amanhã. O planejamento limitou-se à “próxima eleição” e passou-se a contar com a sorte para que o clima e as relações internacionais estejam sempre na “condição ideal”. A condição ideal não pensa na hipótese da chuva, da guerra, das epidemias e catástrofes inesperadas que podem surgir sem avisar. Continue lendo “A maioria das Enchentes são consequências da irresponsabilidade do governo republicano”