Da Perversão do Estado pelo Governo

Estado e Governo: dois lados diferentes da mesma moedaNós, brasileiros, estamos acostumados a associar Estado e Governo como sendo a mesma coisa, visto que a chefia de um e de outro são exercidas pela mesma pessoa em nossa república presidencialista. Contudo, são coisas completamente diferentes, pela própria natureza de suas atribuições. O Estado é um conjunto de instituições e mecanismos que permitem a existência e a vida de uma Nação, tendo um caráter permanente, e suas funções devem se fazer sempre presentes, não importando a orientação político-partidária do governo então atuante. Em contraste com a perenidade do Estado, o Governo deve ser transitório, por representar um conjunto de visões de uma maior ou menor parcela da população em certo momento, reagindo a necessidades, desafios e idéias vigentes naquele período histórico. Assim, um governo será de direita ou esquerda, priorizará o capital ou o social em conformidade com as legítimas aspirações da população naquele tempo; enquanto o Estado será sempre o mesmo, garantindo as próprias estruturas que permitem ao Governo agir e o legitimam. Basicamente, entre as funções de Estado, estão o poder de nomear e demitir o Executivo e o Legislativo, o poder de nomear os representantes do Supremo Tribunal, a Chefia Suprema das Forças Armadas, o poder de sancionar e vetar leis e o poder de solicitar a manifestação do Povo quanto às leis, via plebiscitos e referendos. Uma infiltração do Estado pelo Governo só poderá trazer prejuízos às instituições e riscos à democracia e, infelizmente, é o que está acontecendo no Brasil. Continue lendo “Da Perversão do Estado pelo Governo”

Bandeira Imperial do Brasil

Bandeira Imperial do Brasil
Bandeira Imperial do Brasil. Vigorou durante o reinado de Dom Pedro II.

A Bandeira Imperial do Brasil é a verdadeira bandeira do Brasil. Ela representa o nosso Estado e o sentimento de unidade dos brasileiros. Ela é o símbolo da nossa luta contra a corrupção e por serviços públicos de qualidade. Continue lendo “Bandeira Imperial do Brasil”

Ranking da corrupção Global 2012: os 10 países mais honestos e os 10 países mais corruptos do planeta

Saiu o relatório da corrupção global em 2012 elaborado pela organização Transparência Internacional. Nele podemos ver quais foram os 10 países mais honestos e os 10 países mais corruptos no ano de 2012.

Ranking da Corrupção Global 2012 - Transparência Internacional - Clique aqui para ver o relatório completo (em inglês)
Ranking da Corrupção Global 2012 – Transparência Internacional – Clique aqui para ver o relatório completo (em inglês)

Veja o relatório completo aqui em PDF: Relatório da Corrupção Global 2012 – Transparência Internacional – Clique aqui para ver o relatório completo (em inglês)

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Carta Política de São João del-Rei

São João del-Rei, MG

A Carta Política de São João del-Rei é um documento aberto entregue a S.A.I.R. Dom Bertrand por ocasião de sua visita ao município de São João del-Rei em 19 e 20 de agosto de 2012. Ela resume as propostas dos monarquistas mineiros para a formação de um novo Estado com fundamento na Monarquia parlamentar, na restauração do 4º Poder e no fortalecimento da Democracia e das Liberdades civis.

É o primeiro documento do gênero e abrange diversas áreas: organização da Federação, Reforma Tributária, Reforma Eleitoral, Organização do Estado, Poder Moderador, Educação, Composição dos Tribunais Superiores, novo sistema Penal e Prisional.

O documento traz ideias inovadoras e inéditas e reforça outras já conhecidas. Ele é focado em conceder o máximo de liberdade e poder político aos cidadãos. Propõe o fortalecimento dos municípios na Federação concedendo-os mais competências, mais renda e mais força política. Continue lendo “Carta Política de São João del-Rei”

Ranking da corrupção Global 2011: os 10 países mais honestos e os 10 países mais corruptos do planeta

Saiu o relatório da corrupção global em 2011 elaborado pela organização Transparência Internacional. Nele podemos ver quais foram os 10 países mais honestos e os 10 países mais corruptos no ano de 2011.

Relatório da Corrupção Global 2011Relatório da Corrupção Global 2011 – Transparência Internacional – Clique aqui para ver o relatório completo (em inglês)

O Brasil caiu da 69º para 73º! Ou seja: tornou-se ainda mais corrupto.

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Tiradentes, Joaquim José da Silva Xavier. Biografia.

Tiradentes: Joaquim José da Silva Xavier
Tiradentes: um homem idealista, íntegro, pobre, parecido com Jesus, que morreu enforcado pelo bem da nação. Nada mais mentiroso!

Tiradentes, Joaquim José da Silva Xavier, nunca foi herói e nem mesmo morreu enforcado. Esse infame traidor da coroa e mentiroso queria a liberdade só para Minas Gerais. E mais: ele era contra a abolição da escravidão. Se dependesse dele, o Brasil seria como o restante da América Latina: dezenas de republiquetas divididas e pobres.

Tiradentes não se sacrificou. Foi condenado à morte pelo crime de alta traição (e outro pagou pelo crime). E convenhamos: para a época, ele foi julgado com muita benevolência. Continue lendo “Tiradentes, Joaquim José da Silva Xavier. Biografia.”

Estado e governo: porque separar.

Separação de Estado e Governo
Para que a nação caminhe, o Estado e o governo precisam permanecer independentes. Quando estão misturados, prejudicam o país.

Introdução

No Brasil, Estado e Governo se misturam por causa da república presidencialista e quase ninguém percebe a diferença entre ambos e, o pior: há uma tendência de confundir os dois.

O Governo é transitório, ele representa interesses de partidos políticos, enfim: grupos de pessoas que querem levar alguma vantagem no poder. Geralmente os objetivos verdadeiros dos governantes quase nunca coincidem com os da nação.

O Estado é perene. Ele representa o próprio povo, a nacionalidade, a coletividade, os valores fundamentais da sociedade. Ele é a nossa bandeira, o nosso hino nacional, o nosso território, a nossa cultura, a garantia de que somos e seremos Brasil. Enfim: o Estado é a nossa identidade coletiva que nos distingue no cenário internacional. O Estado é a nossa pátria. Continue lendo “Estado e governo: porque separar.”

Obama e o Barão de Cotegipe

Barão de Cotegipe
Barão de Cotegipe: um político à frente do seu tempo, visionário e abolicionista. No Brasil Império, os negros já ocupavam cargos de destaque. Após o golpe republicano, deu-se lugar ao preconceito e o país perdeu grandes homens na administração pública apenas porque não eram brancos.

Foi muito comemorada a eleição de Barack Obama a presidente dos EUA por ter sido o primeiro negro a ocupar o cargo. Curiosamente, não foi nesses termos que o próprio Obama se definiu diante das câmeras de TV. Tive a oportunidade de ouvi-lo declarar que não era branco nem preto, mas mulato. Mãe branca e pai negro. Provavelmente se colocando como um ponto de união física entre duas raças cuja trajetória nos EUA foi marcada por um tipo de segregação aviltante. Legalmente, o negro americano chegou a ser definido como ¾ de homem. Isso para não mencionar a legislação dos estados americanos, em especial os do sul após a guerra da secessão, que criou todo tipo de empecilho jurídico ao pleno exercício da cidadania pelos negros. Por mais de século, vigorou a doutrina do “iguais mas separados”, com o devido respaldo da Suprema Corte americana, até que o movimento pelos direitos civis dos anos de 1960 levou a mesma corte a votar por unanimidade extraída a fórceps pela integração racial nas escolas, pondo um ponto final àquela hedionda lei.

De toda forma, negro ou mulato, foi um momento único na história americana. Assumindo-se como mulato, Obama também renegava a tradição de seu país onde uma simples gota de sangue negro era suficiente para que uma pessoa fosse declarada negra. Era como se fosse uma espécie de impureza que um branco não poderia carregar em seu sangue. Continue lendo “Obama e o Barão de Cotegipe”

1822: Laurentino Gomes

1822: Laurentino Gomes
1822: Laurentino Gomes. Editora Planeta

1822: Como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D Pedro a criar o Brasil – um país que tinha tudo para dar errado…

…E, no entanto, deu certo!

É um excelente livro, pois conta a história do Brasil de maneira imparcial, sem apelar para interpretações marxistas que tendem a ver o proletariado como o mocinho e os empreendedores como bandidos carniceiros. Apenas relata o ocorrido, como um bom livro de história deve ser.

É uma visão da história do Brasil completamente diferente da que estamos acostumados.

Este livro conta a história da monarquia que não é ensinada nas escolas do Brasil: uma monarquia dinâmica e inteligente que soube transformar o país numa das nações mais poderosas do planeta em poucos anos de governo. E tudo isso respeitando os direitos individuais, a liberdade e o empreendedorismo sem apelar para golpes militares e matança sem sentido, bem diferente do Brasil pós golpe republicano, marcado por ditaduras, repressão, corrupção e decadência…

A educação brasileira, quando o tema é a monarquia, é a marcada por muita ignorância. Este livro é ótimo para vencer o preconceito ensinado nas escolas.

1808: Laurentino Gomes

1808: Laurentino Gomes
1808: Laurentino Gomes. Editora Planeta.

1808 conta como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil. O livro relata e analisa, em linguagem acessível, uma parte fundamental da História Brasileira. Escrito pelo jornalista Laurentino Gomes, é um relato, em tom jornalístico, da fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807 e 1808.

É um excelente livro, pois conta a história do Brasil de maneira imparcial, sem apelar para interpretações marxistas que tendem a ver o proletariado como o mocinho e os empreendedores como bandidos carniceiros. Apenas relata o ocorrido, como um bom livro de história deve ser.

É uma visão da história do Brasil completamente diferente da que estamos acostumados.

Este livro conta a história da monarquia que não é ensinada nas escolas do Brasil: uma monarquia dinâmica e inteligente que soube transformar o país numa das nações mais poderosas do planeta em poucos anos de governo. E tudo isso respeitando os direitos individuais, a liberdade e o empreendedorismo sem apelar para golpes militares e matança sem sentido, bem diferente do Brasil pós golpe republicano, marcado por ditaduras, repressão, corrupção e decadência…

A educação brasileira, quando o tema é a monarquia, é a marcada por muita ignorância. Este livro é ótimo para vencer o preconceito ensinado nas escolas.