A ditadura militar de 1964 foi de direita? Conta outra esquerdoso!

A contra-revolução de 1964.
O povo brasileiro foi às ruas e pediu a intervenção do exército, o que levou à Contra Revolução de 1964.

Dizem que a contrarrevolução de 1964 foi um movimento da “direita” contra o comunismo. Mentira! E deslavada!

Aquele movimento de fato foi uma mobilização da sociedade brasileira contra o comunismo estilo Fidel Castro, mas nem de longe aquilo pode ser considerado de “direita”. Explico.

Os militares ficaram 20 anos no poder. O que fizeram? Continue lendo “A ditadura militar de 1964 foi de direita? Conta outra esquerdoso!”

Por quê os socialistas odeiam judeus e o Estado de Israel?

Esses políticos são socialistas defensores de bandidos, criminosos e ditaduras assassinas (irã, Coreia do Norte, Venezuela e Cuba). Eles caluniam a única democracia do Oriente Médio de fazer aquilo que eles mesmos já fizeram e ainda fazem em vários lugares do mundo. São gente hipócrita, mentirosa e perversa que quer fazer você acreditar que o fogo é frio e a água é seca.
Esses políticos são socialistas defensores de bandidos, criminosos e ditaduras assassinas (irã, Coreia do Norte, Venezuela e Cuba). Eles caluniam a única democracia do Oriente Médio de fazer aquilo que eles mesmos já fizeram e ainda fazem em vários lugares do mundo. São gente hipócrita, mentirosa e perversa que quer fazer você acreditar que o fogo é frio e a água é seca.

Os políticos defensores da Palestina são os mesmos que também defendem o menor bandido, os assassinos e os marginais sem alma. Alguém já viu socialista defensor dos direitos humanos visitar a família da vítima? Não! Eles são especialistas em defender pessoas perversas. É o xodó deles.

Eles também defendem a carnificina promovida pelos países socialistas: Coreia do Norte, Cuba, Venezuela e Irã. Também adoram ditadores sanguinários e sem alma como Kim Jong-Un que atirou o próprio tio para ser comido vivo por cães. O filho dele, outro crápula, quase iniciou uma guerra nuclear a troco de nada com os Estados Unidos em 2013, colocando a vida no mundo inteiro em risco de extinção. Incrivelmente, os socialistas brasileiros apoiaram a atitude irresponsável do Presidente maluco da Coreia do Norte!

É esse povo hipócrita e sanguinário que acusa os judeus de se defenderem contra o grupo terrorista Hamas que deseja exterminar o povo judeu e o estado de Israel. Não se trata de “divergência de opiniões”. Trata-se de ter um coração honesto e olhar para os fatos como eles são.

Esses hipócritas acusam a contra-revolução de 1964 pela tortura e morte de cerca de 1.000 pessoas no Brasil, ao mesmo tempo que eles acham lindo os 100.000 assassinados por Fidel Castro em Havana, os 20 milhões na Rússia e os 50 milhões na China! São mentirosos desonestos. Dizem odiar ditaduras e apoiam outras muito piores! É a hipocrisia de um coração hediondo, corrompido e perverso que se acha no direito de acusar o inimigo daquilo que ele mesmo é. Eles acreditam que um crime pode justificar outro! Continue lendo “Por quê os socialistas odeiam judeus e o Estado de Israel?”

O fim da Europa livre: o perigo do islamismo radical

Correio da Manhã - Tribunais islâmicos avançam em Londres
Tribunais islâmicos avançam em Londres. Matéria publicada no Correio da Manhã de 16/09/2008, Lisboa, Portugal.

A Europa está em extinção, o islamismo radical a devorará inteira. E será o início de uma nova era para o ocidente na qual a palavra “liberdade” adquirirá um sentido diverso do qual hoje se lhe atribui.

Há três causas principais: 1) o crescimento exponencial da população islâmica radical na Europa, 2) a opção dos europeus laicos por não terem filhos; 3) ingenuidade das pessoas sobre a verdadeira natureza dos ensinamentos islâmicos.

Se nada for feito, seremos a última geração a ver uma Europa livre na qual conceitos como a tolerância, a liberdade religiosa, a liberdade sexual e a igualdade entre homens e mulheres ainda fazem algum sentido. Continue lendo “O fim da Europa livre: o perigo do islamismo radical”

Tiradentes, Joaquim José da Silva Xavier. Biografia.

Tiradentes: Joaquim José da Silva Xavier
Tiradentes: um homem idealista, íntegro, pobre, parecido com Jesus, que morreu enforcado pelo bem da nação. Nada mais mentiroso!

Tiradentes, Joaquim José da Silva Xavier, nunca foi herói e nem mesmo morreu enforcado. Esse infame traidor da coroa e mentiroso queria a liberdade só para Minas Gerais. E mais: ele era contra a abolição da escravidão. Se dependesse dele, o Brasil seria como o restante da América Latina: dezenas de republiquetas divididas e pobres.

Tiradentes não se sacrificou. Foi condenado à morte pelo crime de alta traição (e outro pagou pelo crime). E convenhamos: para a época, ele foi julgado com muita benevolência. Continue lendo “Tiradentes, Joaquim José da Silva Xavier. Biografia.”

Obama e o Barão de Cotegipe

Barão de Cotegipe
Barão de Cotegipe: um político à frente do seu tempo, visionário e abolicionista. No Brasil Império, os negros já ocupavam cargos de destaque. Após o golpe republicano, deu-se lugar ao preconceito e o país perdeu grandes homens na administração pública apenas porque não eram brancos.

Foi muito comemorada a eleição de Barack Obama a presidente dos EUA por ter sido o primeiro negro a ocupar o cargo. Curiosamente, não foi nesses termos que o próprio Obama se definiu diante das câmeras de TV. Tive a oportunidade de ouvi-lo declarar que não era branco nem preto, mas mulato. Mãe branca e pai negro. Provavelmente se colocando como um ponto de união física entre duas raças cuja trajetória nos EUA foi marcada por um tipo de segregação aviltante. Legalmente, o negro americano chegou a ser definido como ¾ de homem. Isso para não mencionar a legislação dos estados americanos, em especial os do sul após a guerra da secessão, que criou todo tipo de empecilho jurídico ao pleno exercício da cidadania pelos negros. Por mais de século, vigorou a doutrina do “iguais mas separados”, com o devido respaldo da Suprema Corte americana, até que o movimento pelos direitos civis dos anos de 1960 levou a mesma corte a votar por unanimidade extraída a fórceps pela integração racial nas escolas, pondo um ponto final àquela hedionda lei.

De toda forma, negro ou mulato, foi um momento único na história americana. Assumindo-se como mulato, Obama também renegava a tradição de seu país onde uma simples gota de sangue negro era suficiente para que uma pessoa fosse declarada negra. Era como se fosse uma espécie de impureza que um branco não poderia carregar em seu sangue. Continue lendo “Obama e o Barão de Cotegipe”

1822: Laurentino Gomes

1822: Laurentino Gomes
1822: Laurentino Gomes. Editora Planeta

1822: Como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D Pedro a criar o Brasil – um país que tinha tudo para dar errado…

…E, no entanto, deu certo!

É um excelente livro, pois conta a história do Brasil de maneira imparcial, sem apelar para interpretações marxistas que tendem a ver o proletariado como o mocinho e os empreendedores como bandidos carniceiros. Apenas relata o ocorrido, como um bom livro de história deve ser.

É uma visão da história do Brasil completamente diferente da que estamos acostumados.

Este livro conta a história da monarquia que não é ensinada nas escolas do Brasil: uma monarquia dinâmica e inteligente que soube transformar o país numa das nações mais poderosas do planeta em poucos anos de governo. E tudo isso respeitando os direitos individuais, a liberdade e o empreendedorismo sem apelar para golpes militares e matança sem sentido, bem diferente do Brasil pós golpe republicano, marcado por ditaduras, repressão, corrupção e decadência…

A educação brasileira, quando o tema é a monarquia, é a marcada por muita ignorância. Este livro é ótimo para vencer o preconceito ensinado nas escolas.

1808: Laurentino Gomes

1808: Laurentino Gomes
1808: Laurentino Gomes. Editora Planeta.

1808 conta como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil. O livro relata e analisa, em linguagem acessível, uma parte fundamental da História Brasileira. Escrito pelo jornalista Laurentino Gomes, é um relato, em tom jornalístico, da fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807 e 1808.

É um excelente livro, pois conta a história do Brasil de maneira imparcial, sem apelar para interpretações marxistas que tendem a ver o proletariado como o mocinho e os empreendedores como bandidos carniceiros. Apenas relata o ocorrido, como um bom livro de história deve ser.

É uma visão da história do Brasil completamente diferente da que estamos acostumados.

Este livro conta a história da monarquia que não é ensinada nas escolas do Brasil: uma monarquia dinâmica e inteligente que soube transformar o país numa das nações mais poderosas do planeta em poucos anos de governo. E tudo isso respeitando os direitos individuais, a liberdade e o empreendedorismo sem apelar para golpes militares e matança sem sentido, bem diferente do Brasil pós golpe republicano, marcado por ditaduras, repressão, corrupção e decadência…

A educação brasileira, quando o tema é a monarquia, é a marcada por muita ignorância. Este livro é ótimo para vencer o preconceito ensinado nas escolas.

Ranking da corrupção Global 2010: os 10 países mais honestos e os 10 países mais corruptos do planeta

Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques

Saiu o relatório da corrupção global em 2010 elaborado pela organização Transparência Internacional. Nele podemos ver quais foram os 10 países mais honestos e os 10 países mais corruptos no ano de 2010.

Corrupção Global 2010Clique aqui para ver o relatório completo (em inglês)

O Brasil saiu da 75º posição para a 69º, mas não se alegre. 10 países não foram avaliados e outros pioraram a classificação fazendo o Brasil subir 6 posições no ranking. Entretanto, não houve melhoras. Continue lendo “Ranking da corrupção Global 2010: os 10 países mais honestos e os 10 países mais corruptos do planeta”

Rio de Janeiro: Fotos da Cidade Imperial de 1870 a 1889

Rio de Janeiro Imperial - Largo da Carioca
Largo da Carioca com o Chafariz e o Hospital da Penitência – 1885

Estes slides mostram fotos belíssimas do Rio de Janeiro entre os períodos de 1870 a 1889 quando o Rio de Janeiro era uma maravilhosa e imponente cidade imperial durante o glorioso reinado de Dom Pedro II.

O Rio de Janeiro era uma cidade magnífica em todos os sentidos. Natureza exuberante junto a um desenvolvimento urbano muito avançado para época. O contraste é marcante. O Rio Imperial é muito diferente do Rio de Janeiro republicano marcado pelas favelas, guerras de tráfico e natureza degradada pela ocupação humana desordenada. Continue lendo “Rio de Janeiro: Fotos da Cidade Imperial de 1870 a 1889”

Plebiscito de 1993: a fraude que não chocou o Brasil.

Plebiscito  de 1993
Plebiscito de 1993: a farsa que legitimou o ilegitimável.

O Plebiscito de 1993 foi uma fraude eleitoral regulada pela lei 8.624 de 4 de fevereiro de 1993 cujo grande objetivo foi legitimar, após 104 anos, o golpe militar que impôs a república no Brasil em 15 de novembro de 1889.

Ironicamente, ele ocorreu em 21 de abril de 1993, dia de feriado que presta homenagens ao traidor Tiradentes. Ele tentou implantar a república por meio de um golpe que objetivava separar Minas Gerais do resto do Brasil. A consequência seria óbvia: o país seria dividido em dezenas de republiquetas pobres e desunidas, igual ao restante da América Latina espanhola. Continue lendo “Plebiscito de 1993: a fraude que não chocou o Brasil.”