A verdadeira Caridade não é socialista

CaridadeSer solidário é ajudar o outro com o próprio esforço. É botar o seu na reta. É trabalhar você mesmo pelo próximo e tirar dinheiro do próprio bolso quando quiser contribuir.

Ajudar as pessoas com o dinheiro alheio não é solidariedade. É canalhice! Os esquerdistas querem universalizar essa loucura. Muita gente bem intencionada acaba sendo enganada por esses picaretas, pois relaciona socialismo com caridade. Nada mais falso. Por isso é comum ver cristãos e judeus confundindo a bandeira da Tsedacá (caridade) com o socialismo o qual, aponte-se, é anti-judaico e anti-cristão por natureza. Continue lendo “A verdadeira Caridade não é socialista”

Por que o preço está alto?

Charge: preços elevadosOs preços dos produtos e serviços são caros no Brasil pela conjugação de quatro fatores:

1- O excesso de intervenção do estado na economia (burocracia absurda).

2- A estatização da economia e sua oligopolização (presença maciça de empresas estatais e de empresas com mercado protegido de concorrência pelo estado).

3- A inexistência de infraestrutura adequada (ferrovias, hidrovias, portos e energia barata).

4- Impostos elevadíssimos e de alto custo de arrecadação. Ninguém, nem mesmo os tributaristas, sabe quais são os impostos que devem ser pagos sem a ajuda de pelo menos dois contadores… Continue lendo “Por que o preço está alto?”

Brasil. Falta liberdade econômica

2015 - Ranking da Liberdade Econômica
Brasil cai e ocupa 118º posição no ranking mundial da liberdade econômica.

 

O Brasil ficou colocado no 118º Lugar no ranking da liberdade econômica. O último lugar é o de n. 165. Por isso ele está na categoria “mostly unfree” (maioria reprimida). É o que temos denunciado há muito tempo: a falta de livre mercado no Brasil é uma realidade.

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Crise na Venezuela e na Grécia ou o porquê o socialismo fracassa e continua fracassando

queda do muro berlim
Socialismo: a doutrina que ignora a realidade.

A Crise da Venezuela é a crise da esquerda. A esquerda prometeu o paraíso às pessoas. Só se esqueceu de que tudo tem um preço. Bens e serviços não brotam do nada. Eles são o resultado de trabalho. E como tal, precisam ser remunerados.

O Estado não tem renda própria. E quando tem, ela não é suficiente para pagar todas as suas despesas. Essencialmente, o Estado é mantido às custas dos impostos tomados das pessoas. Então para manter seus gastos, ele eleva os impostos ao máximo. E quem paga é quem produz e trabalha. Isso leva ao aumento dos custos de produção e diminui a competitividade das empresas. Resultado: a empresa não vende. Por isso é obrigada a demitir para reduzir custos, isso quando não fecha de vez. Esse ciclo cria um aumento de demanda por “benefícios sociais”, os quais, para serem custeados, requerem mais “aumento de impostos” que, por sua vez, diminuirá mais ainda a competitividade das empresas e resultará em mais demissões e menos atividade econômica. É um ciclo vicioso.  Continue lendo “Crise na Venezuela e na Grécia ou o porquê o socialismo fracassa e continua fracassando”

O Burro de carga

O burro de carga
O Burro triste pedindo ajuda. Vamos ajudá-lo de verdade?

Essa imagem do burro puxando a carroça já rodou o Brasil com o objetivo de chamar a atenção das pessoas a respeito de suposto mau trato contra os animais. Muitos se comovem ao ver a cara triste do animal e logo soltam a pérola: “sim, temos que proibir essa prática no Brasil”. Será mesmo? Se realmente gostamos de proteger esses animais do serviço pesado, a primeira pergunta que deveríamos fazer é “por que alguém, em pleno século XXI, ainda usaria um burro parra carregar tralhas? E como podemos mudar isso?”

Pois bem. Vejamos. Continue lendo “O Burro de carga”

Privatizar sim!

privatizar
No Brasil privatizar é sinônimo de palavrão. Há razão nisso?

Privatizar é um palavrão na cabeça da maioria dos brasileiros doutrinados pela esquerda. Eles pensam que privatizar significa empobrecer o povo e favorecer as “elites”. Nada mais falso.

O tabu é tão grande que se um político quiser ser mal visto pelo povo, basta ele dizer que pretende privatizar algo. Na cabeça do povo, privatizar é mau, estatizar é bom. Veremos neste artigo o porquê essa posição não tem coerência. Continue lendo “Privatizar sim!”

Empresários e Trabalhadores: escravos do governo.

Escravidão
Escravo é todo aquele que não usufrui dos frutos de seu próprio trabalho e não tem liberdade para mudar a sua condição. O Brasileiro paga quase 100% do seu salário em impostos e não pode mudar seu sistema político pelo voto. Conceitualmente ele é um escravo, apesar de se considerar livre.

Você sabia que os impostos incidentes sobre o salário de um trabalhador com carteira assinada são de 77,91%? Repito: 77,91%! Quase 80%! O Valor bruto que aparece no contracheque do escravo, digo, do trabalhador, já é o valor com o desconto dos 77,91% dos encargos sociais, ou seja: apenas 22,09% sobram para o trabalhador. E tudo isso já é retido na fonte sem nenhuma chance do trabalhador sonegar. Por isso, muitas empresas resistem em assinar a carteira do empregado, pois para tal, é preciso pagar os 77,91% de impostos! Continue lendo “Empresários e Trabalhadores: escravos do governo.”

Dois quintos dos infernos – a derrama atual

Carga tributária
A Carga tributária elevada desestimula a competitividade das empresas brasileiras no mercado nacional e internacional e onera o cidadão brasileiro.

No antigo Direito português derrama se chamava o imposto lançado sobre todos para suprir gastos extraordinários. Imposto “derramado” sobre todos.

O Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% da produção. Essa taxação altíssima, absurda, era chamada de “o quinto”. Esse imposto recaía principalmente sobre nossa produção de ouro.

O quinto era tão odiado pelas pessoas que foi apelidado de “o quinto dos infernos”.

Em 1788, sempre zelosa de sua mais opulenta capitania, a Coroa substitui o corrupto governador Luís da Cunha Meneses por Luís Antônio Furtado de Mendonça, visconde de Barbacena e sobrinho do vice-rei Luís de Vasconcelos e Sousa. O visconde chegou a Vila Rica (hoje Ouro Preto) com ordens expressas para aplicar o alvará de dezembro de 1750, segundo o qual Minas precisava pagar cem arrobas (ou 1.500 Kg) de ouro por ano para a Coroa.

O visconde anunciou: a derrama, por mais odiada e temida, seria cobrada em fevereiro de 1789. A partir de então, era decretada pela Coroa, quando na região de Minas Gerais. Funcionários do governo português, na data marcada, poderiam confiscar bens, invadir moradias, prender e até matar para cobrir o valor mínimo estipulado para o quinto (que representava 20% do ouro arrecadado) de 100 arrobas ou 1.500 kg de ouro anuais, sempre que houvesse déficit de produção. Todo ano, se não arrecadados 1.500 kg ou 100 arrobas, era agora a parte de Portugal arrecadar dos povos vizinhos ouro até completar esse total. Continue lendo “Dois quintos dos infernos – a derrama atual”