3º Programa Nacional de Direitos Humanos do governo federal ofende a liberdade religiosa

Direitos humanos
Direitos humanos para quem?

O 3º Programa Nacional de Direitos Humanos do Governo Federal, dentre os vários equívocos, também proíbe a ostentação de símbolos religiosos em locais públicos, erro mais grave de todos. A medida está no “Objetivo estratégico VI”, alínea c, página 100 do relatório.

Sou servidor da Justiça Federal. Onde trabalhamos havia um crucifixo na sala de audiência. O símbolo era importante para indicar que a Divindade deve estar acima dos anseios humanos e que ninguém deve ser julgado injustamente, assim como Jesus teria sido segundo os cristãos.

É um símbolo pertinente e adequado a finalidade do lugar. Assim como a estátua da deusa Thêmis, muito comum nos fóruns de justiça. Ela símbolo da Justiça e de seus objetivos. Sua presença nos lugares públicos nunca ofendeu ninguém. E nunca foi objeto de polêmica. A luta do governo para tirar os crucifixos dos órgãos públicos nada mais é que sua luta contra o ideal judaico-cristão que não é a favor do socialismo e das ideias totalitárias defendidas pelos esquerdistas. E usam o argumento do “estado laico” como desculpa para justificar perseguição ideológica contra cristãos e judeus.

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Dia da Justiça

Justiça
Justiça: porque a mulher com a espada a simboliza?

No Brasil, o dia da justiça é comemorado em 8 de dezembro, mas também é comemorado no dia 8 de janeiro segundo o calendário pagão. Ela foi conhecida na Grécia antiga pelo nome de Thêmis e em Roma pelo nome de Justitia. Thêmis é filha de Urano e de Gaia, é a segunda mulher de Zeus. Foi gerada pelas Moiras junto com Nêmesis, — a deusa da Ética. Não é coincidência. É proposital. E serve para que lembremos também que a Justiça nasceu junto com a Ética e dela é indissociável. Sinal claro, na Mitologia Grega, que a Justiça e a Ética são inseparáveis, apesar dos positivistas de agora bradarem que seja possível uma “justiça separada da ética”.

A Justiça, essa divindade temível, era representada até o sec. XIX como uma mulher em pé, de olhos abertos, e espada em riste. O simbolismo era tão forte que até nas representações cristãs barrocas o padrão se repetia com insistência. Quando muito, havia discrepância apenas quanto ao sexo de quem empunhava a espada e a balança por razões de dogmática cristã. Continue lendo “Dia da Justiça”

A farsa de Sinhá Moça

Novela Sinhá Moça
Novela Sinhá Moça: mais uma produção da Rede Globo que dissemina preconceitos contra a monarquia.

Não tenho o hábito de assistir novelas. Contudo, em noite recente fiquei pasmado ao acompanhar um capítulo de um romance “de época” – Sinhá Moça – apresentado pela maior emissora de televisão do País. De um lado, todos os abolicionistas eram republicanos. Do outro, todos os escravagistas eram monarquistas. Pude depois constatar, ao fazer questão de assistir nos dias seguintes outras partes da série, que essa farsa histórica não era evento isolado, mas quase uma filosofia embutida em todo o seu texto. Fiquei a pensar no quanto nossa mídia em geral, mais particularmente e extensamente a televisiva, longe de contribuir para o esclarecimento da população, tem-se mostrado eficientíssima na arte do desaculturamento e fixação de preconceitos. Continue lendo “A farsa de Sinhá Moça”

A Hipocrisia Humana

Cuidado: a mentira mata. Centenas de milhares de pessoas morrem anualmente por causa da violência, falta de saúde, agrotóxicos, poluição, fome, acidentes de trânsito, falta de saneamento, desastres e outros problemas. A causa é a mesma de sempre: a mentira. No Brasil ela se chama república. O maior conto de fadas já contado e que muitos bobos acreditam, apesar de haver 120 anos que ela não dá certo.

Fico impressionado com o alcance da hipocrisia humana quando dou uma parada e olho o mundo ao redor. Senhores, doutores e corruptores batem a mão no peito e defendem suas posições como se fossem exemplares perfeitos da mais pura ética e moral, dignos de fundarem qualquer religião que salve de modo cabal a alma de seus seguidores.

Alguns deles chegam a se contorcer quando escutam a palavra “violência” como se não cometessem atos de violência o tempo todo contra seus semelhantes. Esses senhores defensores dos direitos humanos, das liberdades e tantos nomes bonitos que infestam o discurso dos famélicos políticos; são os que mais causam mal e violentam a vida das pessoas. Eles perpetuam um sistema gerador das mais intensas contradições, a república, que reduziu os brasileiros a bestas que acreditam em contos da carochinha. Continue lendo “A Hipocrisia Humana”