Brasil. Falta liberdade econômica

2015 - Ranking da Liberdade Econômica

Brasil cai e ocupa 118º posição no ranking mundial da liberdade econômica.

 

O Brasil ficou colocado no 118º Lugar no ranking da liberdade econômica. O último lugar é o de n. 165. Por isso ele está na categoria “mostly unfree” (maioria reprimida). É o que temos denunciado há muito tempo: a falta de livre mercado no Brasil é uma realidade.

Basta lembrar de como é tratado o vendedor ambulante de queijo, de leite, frutas, verduras e de doces. O produto é confiscado, destruído e o empreendedor punido como se tivesse cometido estelionato contra o comprador. O estado também persegue o empreendedor iniciante que realiza sua atividade no fundo do quintal de sua casa. Basta lembrar da doceira, da fabricante de iogurtes e da costureira. Sim, todos eles são reprimidos! E sem nenhuma piedade! Não é levado em consideração que o Estado cobra centenas de impostos diferentes e que ele exige uma burocracia imensa cujos custos estão além da capacidade de pagamento de um empreendedor iniciante. Se a legislação fosse simples e os impostos baratos, não haveria porque “sonegar”.

Como exemplo, cito a pirataria de filmes na internet. Bastou uma empresa, a NETFLIX, oferecer serviços de qualidade a preços acessíveis para a prática ilegal cair vertiginosamente! Milagre? Não. Explico: é muito mais barato assinar NETFLIX do que passar horas procurando filmes de qualidade mediana na internet. Essa é a verdade. E por isso a empresa é um sucesso.

O mesmo acontece em relação a impostos. Quando o estado simplifica o seu recolhimento e diminui a carga, as pessoas aderem espontaneamente porque fica mais barato do que assumir eventuais custos de uma atividade clandestina. Essa é a verdade.

No Brasil não há liberdade para oferecer produtos e serviços em áreas que o Estado reservou apenas para seus protegidos: os oligopólios financiados e mantidos pelo próprio estado.

Basta lembrar do transporte coletivo, das empresas de telefonia, das emissoras de TV, das companhias de abastecimento de água e de energia. Todos esses serviços são fortemente regulados. O Estado impede o particular de atuar nessas áreas e reserva esse mercado apenas para as “empresas escolhidas” tudo por meio de “licitação”. Isso impede a existência de concorrência nas áreas que elas atuam. Resultado: todos esses serviços são péssimos, escassos e excessivamente caros.

A única solução para diminuir preços e melhorar a qualidade dos serviços é permitir a livre iniciativa e fomentar o livre mercado. Não tem mágica.

Baixe aqui a planilha completa com os dados do ranking 2015.

Fonte: heritage.org

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