A prova de redação do ENEM 2015 foi um deboche com as pessoas estudiosas.

gelo pegando fogo

Para a prova do ENEM 2015, mulher não é mulher, mas é mulher. Assim como gelo de água é gelo e pega fogo. Compreendeu?

60000 assassinatos por ano. 91% são homens[1]. E aí a redação do ENEM é sobre “violência contra a mulher”… Sério? Homens apanham de mulher o tempo todo, mas não se pode falar nada porque é feio falar a verdade politicamente incorreta: que mulheres são mais violentas com os homens e que homens sofrem mais violência, fato já cientificamente comprovado [2].

Um tema realmente tema seria “violência doméstica” no qual várias perspectivas sobre o assunto poderiam ser trabalhadas, mas escolheram o tema “violência contra a mulher” já dando a entender que mulheres são vítimas e que os homens batem em mulheres… e você nem pode falar nada contra, pois os avaliadores disseram que não aceitarão “posicionamento contrário” ao tema da redação[3]. Ou seja: declararam que a prova é ideológica e que censurarão e punirão quem discordar do tema. Portanto, quem fundamentou sua prova nos fatos, ficará de fora da universidade.

O objetivo principal de qualquer redação de admissão em curso superior é avaliar se o aluno sabe escrever e se consegue argumentar com coerência (não importa a tese). Apenas isso. O resto é assessório.

No entanto, logo na prova de admissão, os avaliadores se propuseram a excluir e punir quem discordar do tema da redação, mesmo com bons argumentos.  Vejam a loucura!

Uma das características do ensino superior é a abertura para contestar teorias que contrariem os fatos. E aqui, de novo, os avaliadores deixaram claro que os fatos não importam, mas apenas a submissão à ideologia que eles consideram correta (o feminismo), pois quem discordar do tema ficará de fora da universidade!

Portanto, a prova não se trata de selecionar alunos para o ensino superior, mas de militantes para a doutrinação ideológica (onde fatos e lógica não importam). E essa mesma loucura se repete de forma velada para a escolha dos alunos que farão pós-graduação, mestrado e doutorado.

Perceberam o problema? Não há “educação superior” no Brasil, há doutrinação pura e descarada. E o processo de seleção faz questão de escolher apenas quem está disposto a ignorar os fatos e a aceitar a “grande verdade” da esquerda.

E mais: temos um problema de lógica aqui que muitos já criticaram com razão. A mesma prova que disse que mulher não nasce mulher, admite que uma mulher seja mulher quando é para tratar do assunto violência… afinal, será que os examinadores já ouviram falar dos princípios lógicos da não contradição e do terceiro excluído? Creio que não.

Não tem lógica o ENEM, não tem lógica o governo de esquerda… Aliás, defender ideias de esquerda nunca foi sobre defender lógica e fatos, mas sobre poder e controle. Campo da política em que vale tudo, inclusive matar. E essa é a base do monopólio da violência estatal (polícia e controle de armas) e das guerras estatais. E por falar nisso, é impossível conversar desses assuntos com os militantes de esquerda, porque tão logo começamos a expor os fatos, eles interrompem com gritos e argumentos raivosos. Quem nunca passou por isso? Quase impossível.

O “politicamente correto” está deixando as pessoas cegas para ver os fatos como eles são. No caso da violência doméstica é este:  Homens morrem mais que mulheres e também são mais agredidos, fato que não poderá ser exposto na prova do ENEM por causa da censura ideológica do feminismo. E mais: a falta de lógica que admite que mulher não é mulher, mas é mulher… entendeu?

Nesse sentido, a prova do ENEM 2015 foi um desastre. Símbolo de que o Brasil merece estar nos últimos lugares do mundo no ranking mundial da educação[4]. Pensar com fundamento na lógica e nos fatos é a base de uma sociedade civilizada. E a prova do ENEM é símbolo que falta muito para o Brasil amadurecer intelectualmente.

O que lamento nas pessoas que defendem a tese da “violência contra a mulher” não é o posicionamento delas, mas o fato de elas ignorarem a lógica e os fatos. Elas são incapazes de mudarem de ideia diante da demonstração da falha lógica e fática de seus argumentos. E o pior, tais pessoas manifestam grande propensão à violência. Quando elas são colocadas diante dos fatos, ao invés de contra-argumentarem com outros fatos ou aceitarem o erro e com ele aprender; colocam-se imediatamente na defensiva, repetem clichês e partem para a gritaria e a violência, da mesma forma que as crianças mimadas fazem. E isso é geral. Engloba filhos em relação aos pais e até políticos como Jean Willys, aquele que ameaçou expulsar da CPI de crimes cibernéticos quem riu dele por ter mentido na cara dura. Veja abaixo:

Sendo assim, o ENEM não seleciona estudantes, mas MILITANTES submissos que estão dispostos a usar da violência para “provarem que estão certos”. E não importa mostrar os fatos para eles, nem seus erros lógicos. Eles acreditam que “estão certos” e pronto e acabou. Para eles, apenas a submissão à “grande ideia” importa. E se você discordar, você é coxinha, fascista, machista, racista, antidemocrático e odeia os pobres! Veja que insanidade!

Qual a diferença desse comportamento para a de um terrorista islâmico? Nenhuma (a palavra islã significa submissão). Eles não buscam a verdade, mas apenas reprimir todos que deles discordem, não importa o motivo. É o vale tudo pela causa. Mostrar fatos e pensar com lógica é totalmente ignorado por esses militantes talibãs.

E não me admiro que um professor da UFRJ tenha ameaçado de enviar para o paredão todas as boas pessoas que dele discordar, pois é isso que eles aprendem e fazem o tempo todo. Agridem quem ousa ser diferente em nome da “democracia” e da “tolerância” (de novo a falta de lógica). E é assim do primeiro ao último dia de aula. Enfim: não há educação superior no brasil, há uma verdadeira fábrica de militantes de esquerda. Ou seja: de pessoas ensinadas a obedecer uma ideologia e a praticarem violência em nome dela. Tudo isso sem nenhuma coerência lógica e sem nenhum fundamento justo (legítima defesa, por exemplo). É uma máquina de violência e ódio, exatamente igual uma célula terrorista. Veja as falas do “professor”:

Muita gente já me perguntou como o Nazismo foi possível na Alemanha. Eu te respondo:

1) Lá havia um povo que ignorava fatos e lógica em nome da “grande ideia” e que estava disposto a usar da violência para afirmá-la;

2) Lá havia outros milhões de pessoas que toleravam os intolerantes como se isso fosse “civilizado” e “bom”;

3) Lá desarmaram a população para que sua segurança fosse provida “unicamente pelo Estado”, cujos cargos estavam ocupados por militantes de esquerda que sabiam o que “era melhor para você e sua família” exatamente igual a esse “professor” da UFRJ.

Abram os olhos brasileiros! Estamos muito mais perto de repetir os horrores do nazismo do que parece.

REFERÊNCIAS

[1] http://www.ebc.com.br/noticias/brasil/2014/07/brasil-bate-recorde-em-homicidios-e-fica-em-setimo-lugar-entre-100-paises

 

[2] http://sexoprivilegiado.blogspot.com.br/2014/03/quatro-em-cada-cinco-pessoas-assassinadas-por-violencia-domestica-no-brasil-sao-homens.html

http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=mulheres-praticam-mais-violencia-domestica-homens&id=9004

https://fapemig.wordpress.com/2013/06/28/mulheres-praticam-mais-a-violencia-domestica/

 

[3] http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2015-10-25/redacao-do-enem-deste-ano-nao-admite-posicionamento-contrario-diz-professora.html

 

[4] http://g1.globo.com/educacao/noticia/2015/05/brasil-ocupa-60-posicao-em-ranking-de-educacao-em-lista-com-76-paises.html

 

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