A barbárie travestida de “justiça social”

Barbárie travestida de justiça social

Eu pergunto: qual a razão de se reservar vaga para “deficiente” se, para dirigir o carro, o sujeito não é deficiente?

Não é racional tal exigência. Na verdade ela cria uma distinção irrazoável em favor de uma pessoa sem nenhuma função de justiça. Trata-se de medida discriminatória e desrespeitosa com outras pessoas que também pagam seus impostos e, igualmente, precisam utilizar as vias públicas como qualquer outra pessoa, inclusive as deficientes.

Situação totalmente diferente seria se o estacionamento nesta área fosse proibido para TODOS, inclusive deficientes, para não impedir o acesso de cadeirantes à rampa própria no local, ou de cegos às calçadas e passagens adaptadas para facilitar o trânsito deles. Mas esse não é o caso.

Trata-se só de uma reserva de vaga para um indivíduo sem razoabilidade nenhuma, só porque alguém em algum lugar o considerou mais merecedor que outro, ou melhor: porque um político de esquerda quer usar ele para ganhar simpatia e votos em prejuízo das outras pessoas.

O pior disso tudo é que um bando se considerou no “direito” de vandalizar a propriedade privada de outra pessoa e de ofender publicamente a honra dela sem que ela representasse uma real ameaça para eles! Enfim: coletivos se sentiram à vontade em massacrar o indivíduo sem sequer refletir sobre o que estavam fazendo porque isso lhes parecia o mais “justo socialmente”. Essa é a semente da barbárie anticivilizatória que é o socialismo e de suas revoluções sangrentas em nome do “povo” e da “justiça social”.

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